sexta-feira, 30 de novembro de 2007

WEGE3 - Weg ON


Empresa com sede em Santa Catarina (Jaraguá do Sul), fabricante de motores e turbinas, além de transmissores de energia. Muito conceituada e com bom posicionamento em seu segmento. Tem um PL relativamente alto, mas sua margem bruta - e o patrimônio líquido, vêm aumentando em boa progressão nos últimos exercícios fiscais. Está passando por um momento de sucessão na sua liderança. Mas apesar da tradição familiar, sua gestão tem sido bastante profissionalizada. O presidente está transmitindo o cargo para seu sucessor sem conseguir atingir um de seus maiores intentos: incluir a ação no IBOVESPA. Mas isto parece que não deve tardar a acontecer.



Pelo gráfico diário, depois de sair de uma longa congestão o ativo fez topo em 28,50, quando entrou em movimento corretivo de baixa, desenhando, porém, um belo triângulo simétrico. Neste momento está bem próximo ao rompimento, o que deve ocorrer brevemente e já houve uma sinalização com a entrada de volume. Para o lado que seguir tem grandes possibilidades de firmar tendência. É, sem dúvida, um HOT PICK para bons investimentos, posicionando o stop na faixa de R$ 22,50!

Matéria - Weg: lucros com a escassez da água

Atenta à escassez de água em vários países, a Weg trabalha na prospecção de clientes num nicho de mercado que ainda não existe no Brasil: o da dessalinização de água. O processo transforma a água do mar em água potável. “Esse mercado está ganhando cada vez mais relevância com o problema da falta de água”, diz Benyamin Parham Fard, analista de vendas da Weg para o Oriente Médio. A companhia catarinense acaba de anunciar sua participação como fornecedora de motores elétricos para uma das maiores plantas de dessalinização do mundo, que vai operar a partir de 2008, em Israel. O valor dos equipamentos totaliza US$ 4,2 milhões. “Projetos desse porte não são fáceis de acontecer”, garante Fard. Segundo ele, a Weg já tinha participado de outros projetos desse tipo, mas esse é o primeiro em que será a única fornecedora dos motores elétricos. A planta israelense combina a dessalinização da água com geração de energia. A partir de 2008, a Weg terá uma subsidiária comercial em Dubai, para atender mais de perto aos clientes do Oriente Médio. Os próximos países que a fabricante catarinense pretende atender no segmento hídrico serão a China e o Chile. No próximo ano, serão entregues US$ 400 mil em motores para o programa chinês de dessalinização e US$ 100 mil para o Chile, que também possui um programa semelhante. (Simone Fernandes)

VALE5 - Vale do Rio Doce PN

Uma das grandes estrelas do nosso mercado acionário! Preferida de 9 (ou 10?) entre 10 analistas - para fazer parte da carteira dos fundos por eles administrados. Graficamente está dentro de uma congestão, porém ameaçando retomar a tendência de alta, com a possibilidade do rompimento de seu Topo Histórico. É sempre uma boa aposta para os investidores mais conservadores, que aplicam seu dinheiro visando maiores retornos no Longo Prazo.



Uma ação modelo para quem quer investir em empresas sólidas na renda variável. Pelo seu potencial, apresenta múltiplos razoáveis, mas como as aplicações em bolsa devem objetivar retornos no longo prazo, suas expectativas futuras não poderiam ser melhores. Ela vem apresentando um crescimento consistente no valor de seus ativos, assim como um substancial aumento de patrimônio (com a aquisição de novas empesas), e elevação de suas receitas e lucros.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

CSAN3 - Cosan ON

Uma ação que apresenta este comportamento gráfico, perdendo todos os suportes, ladeira abaixo seguindo o seu canal, já deveria ter sido estopada há muito tempo. Chama a atenção o volume descomunal antes da perda do suporte na faixa dos 37. Quem se manteve posicionado deve estar amargando a falta de um estudo mais apurado em AT.



Os números da empresa também espelham bem a situação que ela vivencia. Apesar da significativa redução de seu PL, suas receitas e lucros operacionais despencaram. Não dá mesmo para ficar posicionado em um ativo que apenas em uma semana desvaloriza mais de 21% sem tomarmos nehuma atitude. Pior é pensar em vender depois de tanta queda. Ela deve estar agora com um monte de "maridos" e "esposas" que sentem-se "casados" com o papel! Fazer o quê? Antes tarde do que nunca... o divórcio já está oficializado no Brasil faz tempo!

Leiam abaixo um trecho da matéria publicada na Exame:

O pior negócio do ano

O fim da euforia do etanol e uma série de estripulias no mercado abalaram o desempenho da Cosan na Bovespa

Quando abriu seu capital na Bolsa de Valores de São Paulo, em novembro de 2005, a Cosan despontou como a grande estrela do mercado de ações brasileiro. Maior produtora e exportadora mundial de açúcar e álcool de cana, a Cosan viu seus papéis se valorizarem na mesma proporção em que os preços internacionais de seus produtos subiam e que o etanol ganhava fama mundial como a melhor opção para substituir o petróleo. Diante desse cenário, em apenas um ano o valor das ações da Cosan quase triplicou, passando de 16 reais para 42 reais no fim de 2006. O controlador e presidente da empresa, Rubens Ometto, viu seu nome incluído na lista dos 500 maiores bilionários do mundo da revista americana Forbes e tornou-se um dos empresários mais poderosos do país. Nos últimos meses, no entanto, houve uma quebra na safra de boas notícias da Cosan. O desempenho de seus papéis na bolsa caiu abruptamente. De 28 de dezembro de 2006 a 31 de outubro deste ano, as ações da Cosan perderam 38% de seu valor, recorde negativo entre as ações que compõem o Ibovespa. A média da bolsa foi uma valorização de 47%. Quem investiu em renda fixa ganhou 10%. Os que apostaram em dólar perderam 19%. A Cosan foi o pior negócio do ano.

A queda abrupta nas ações da Cosan se deve a dois fatores, um externo e outro interno. O externo é a mudança por que seu setor passou no último ano. Os preços do açúcar saíram de um patamar considerado "exuberantemente irracional" pelo mercado, de 19 centavos de dólar por libra de açúcar no começo do ano passado, para se fixar próximo da média histórica, de 9 centavos de dólar (uma queda de 50%). As expectativas sobre o futuro do etanol no mundo sofreram um ajuste, o que derrubou o preço do produto e também a voracidade dos investidores. O fator interno foi uma reorganização na estrutura societária da Cosan, em junho. No novo modelo proposto, Ometto abriria uma empresa nas Bermudas, a Cosan Limited, e teria direito a ações especiais de controle. Na prática, a medida daria ao empresário o comando da companhia mesmo que seu número de ações fosse menor que 50%.

Como está em seus planos crescer por meio de aumentos de capital e manter o controle absoluto da companhia, isso seria impossível no Novo Mercado da Bovespa, onde todas as ações dão direito a um voto -- caso sua participação chegasse a menos de 50%, a Cosan poderia ser alvo de uma oferta hostil. Ometto, então, criou a nova empresa e listou suas ações na bolsa de Nova York.

Íntegra da matéria no Portal EXAME

terça-feira, 27 de novembro de 2007

PRGA3 - Perdigão ON

Observando os números da empresa identificamos um aumento substancial e consistente nos lucros líquidos apresentados, talvez em função de investimentos na sua estrutura que reduziram momentaneamente a receita operacional. E ainda ocorreu um aumento de seu valor patrimonial por ação. Nesta briga pelo marketshare com a Sadia, e também seguindo o desempenho do índice bovespa (do qual responde por 1,15%), o ativo perdeu mais de 20% em suas cotações de mercado. Agora ela ainda vai ganhar mais um concorrente de peso no segmento: o grupo Bertin comprou o controle da Vigor (leia matéria mais abaixo).


Pelo gráfico, está atingindo a sua linha de tendência de LP, mas ainda segue a recente LTB, a qual deverá ser rompida para poder caracterizar uma reversão mais confiável deste movimento no curto prazo. Se já é hora de comprar? Talvez voltando para cima de 40,00 valha uma entrada com stop justo.


Matéria: Perdigão ganha mais um concorrente de peso


O grupo paulista Bertin anunciou nesta segunda (26) a compra de 56% da Goult Participações, holding que possui 74,6% da fabricante de laticínios Vigor. Com a aquisição, efetuada por um valor não divulgado, a Bertin se tornará um dos grandes players de lácteos – segmento em que não atuava até então. A Vigor fabrica produtos lácteos das marcas Vigor, Leco, Danúbio e Faixa Azul, entre outros. Como a Bertin é uma das maiores exportadoras de carne do Brasil, a Vigor ganhará fôlego para ampliar a participação no mercado de leite. A companhia catarinense não tem do que se preocupar – pelo menos no curto prazo. É que o volume de leite captado pela Vigor corresponde a apenas 20% do total da Perdigão (177,8 milhões de litros ante 1,4 bilhão), “A Perdigão não reinaria sozinha em um mercado com tantas oportunidades como o lácteo”, comenta Rafael Weber, analista de investimentos da Corretora Geração Futuro.

A companhia de Videira (SC) entrou no segmento dos lácteos ao adquirir a Eleva (antiga Elegê) em outubro. O movimento, segundo Weber, é resultado da alta demanda por produtos lácteos tanto no Brasil como no exterior, efeito da elevação do custo do milho nos Estados Unidos, importante produtor de leite. A maior arma do grupo paulista no embate com a Perdigão é a marca Vigor que é muito conhecida dos consumidores, principalmente no Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Mas ambas ainda precisarão percorrer um longo caminho de aprendizado no setor, pondera. “Mesmo que a Perdigão tenha comprado a Batávia há um ano e meio não aprendeu tudo ainda sobre o segmento. O mesmo vale para a Bertin”, alerta Weber.

No mesmo dia em que anunciou a compra da Vigor, o grupo Bertin declarou também que pretende estrear no mercado de frangos por meio de aquisições – outro campo da Perdigão. “A consolidação do setor é notável e o que vai ditar a velocidade deste movimento é a estrutura de capital de cada player envolvido”, sustenta Weber. Com faturamento previsto de R$ 900 milhões este ano, a Vigor tem hoje 2,5 mil funcionários em unidades na capital paulista e em São Gonçalo do Sapucaí (MG). A Leco tem fábricas em São Caetano do Sul (SP), Anápolis (GO) e Santo Inácio (PR). Marcos Graciani

sábado, 24 de novembro de 2007

Quanto deve ganhar um palestrante para participar de eventos?

Nesta quarta e quinta-feiras aconteceu em Porto Alegre, a simpática capital do Rio Grande do Sul, mais uma edição da Expomoney. Depois de passar por São Paulo e Rio de Janeiro, este evento gratuito foi prestigiar a cidade gaúcha.

Depois de conversar com vários profissionais experientes e de reputação comprovada, além de ouvir pareceres de novos investidores que tiveram a oportunidade de participar deste encontro, cheguei a algumas conclusões e questionamentos:

1- do feedback passado pelos mais novos, percebi que trata-se de um evento sem a menor expressão, onde, segundo palavras dos mesmos, o nível dos palestrantes deixava a desejar, e o objetivo maior dos expositores era angariar clientes, mesmo que às custas de falarem mal de terceiros, sempre enfatizando a qualidade de seus serviços em detrimento dos outros (isto quando não atacavam diretamente seus concorrentes)

2- da parte de renomados analistas, nenhum manifestou interesse em fazer parte deste encontro. Houve um amigo que declinou a dois convites de maneira polida, argumentando que não tinha espaço em sua agenda. Afinal, alguém viu a presença de um Mauro Halfeld, da Miriam Leitão, Carlos Sardenberg, ou Joelmir Beting, Luis Nassif, Stephen Kanitz... ? Então quais foram os ilustres palestrantes que abrilhantaram a festa?

3- se esta feira para tratar de "investimentos" era aberta ao público, quanto será que ganharam os candidatos a palestrantes, além de alguma visibilidade (restrita aos presentes) e a chance de inflarem um pouco mais seus elevados egos?

Nada mais chega a ser surpreendente quando ditos "professores" se prestam agora a oferecer cursos de graça! O que ganham com isso? Nem mesmo para cobrar um quilo em alimentos não-perecíveis? Assim, ao menos poderiam ajudar os mais necessitados. Será que seus conhecimentos (e capacidade de transmití-los) valem tão pouco assim?

Para finalizar, vou anexar um artigo de Stephen Kanitz - que já teve vários trechos de suas ótimas matérias publicadas no Monitor Financeiro - e trata exatamente deste assunto: a escolha de bons palestrantes e sua importância para o sucesso dos eventos.

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Como Escolher Bons Palestrantes


Bons palestrantes podem ser a diferença entre um evento bem sucedido ou não. Nos Estados Unidos, palestrantes chave sâo chamados de key note speaker, o que significa que ele dará o tom para todo o resto do evento.

Vale a pena escolher meticulosamente os palestrantes que darão o tom inicial ao seu evento porque ele pode criar um clima de aceitação favorável aos palestrantes seguintes e às mensagens que se deseja transmitir.

Palestrantes amadores e inexperientes no início de seu evento podem jogar por terra toda a programação do dia.


Histórico de comprometimento e pontualidade

Este é um critério que poucos pensam em verificar, famosos palestrantes que chegam atrasados de nada servem.

Trinta por cento dos palestrantes que aceitam palestras sem remuneração, acabam cancelando. A porcentagem para políticos e ministros é sensivelmente maior.

Um publicitário pode achar interessante fazer uma palestra promocional. Porém, se na véspera seu principal cliente o convocar, adeus compromissos com clientes em potencial.

A regra de bolso nesta área é contratar alguém que costuma realizar pelo menos 30 palestras ao ano. Estes têm um nome a zelar.

Palestras para grandes públicos requerem preparação contínua e prática constante. Como um bom cirurgião. Cirurgiões eventuais só mesmo para os corajosos.


Autenticidade

Bons palestrantes falam do coração. Eles próprios pesquisaram o assunto no mercado, não em livros acadêmicos. Reengenharia descrita pelo seu inventor é uma palestra fantástica, bem diferente da de quem simplesmente aprendeu o assunto ou copiou.


Organização

Boas palestras são cuidadosamente preparadas. Não é uma ofensa pedir com um mês de antecedência o esboço ou a cópia das transparências. Palestras de improviso são sempre mais arriscadas, às vezes são brilhantes, outras vezes um desastre.

Avalie a organização de seus palestrantes desde o seu primeiro contato com eles, pois esta será uma boa indicação do que poderá ocorrer no dia do evento.


Senso de humor

A platéia não é de ferro. Bons palestrantes sabem como ninguém intercalar um assunto sério com alguma frase espirituosa, sempre no contexto, dando à palestra uma sequência agradável.


Talento

Fazer uma boa palestra requer talento, treinamento e muita prática, como em qualquer profissão. Muitos talentos agraciados com o Prêmio Nobel são péssimos palestrantes. Por isso, bons palestrantes são difíceis de se achar.

Henry Kissinger cobra US$ 80.000 por palestra, Tom Peters US$ 50.000. Eles são capazes de salvar um evento mal organizado - comida sofrível, atraso nas bagagens e noites mal dormidas. O contrário infelizmente não ocorre : o melhor hotel, a melhor organização não salva uma palestra mal dada.

Finalmente, peça uma avaliação de um evento anterior do palestrante a ser contratado. Bons palestrantes recebem esses relatórios rotineiramente, e terão prazer em lhe ceder uma cópia.

Stephen Kanitz

POSI3 - Positivo Informática

Positivo: dos pequenos se vai aos grandes

A Positivo Informática está disposta a lutar de igual para igual com as poderosas HP e Dell no mercado corporativo brasileiro. Para ganhar corpo neste segmento (que representa apenas 4% de sua receita), a estratégia da companhia paranaense de computadores é diferente de suas concorrentes.




Enquanto a Dell, por exemplo, dá assistência direta para as empresas, a Positivo está fazendo parcerias para este tipo de suporte. Atualmente, em todo o país, são mais de 60 lojas que têm contrato com a empresa de Curitiba. Para fortalecer a presença entre os executivos de pequenas e médias corporações, a Positivo anunciou nesta sexta um acordo com a Compujob, rede de lojas de informática de Porto Alegre. A partir do casamento, a revendedora gaúcha passa a representar a marca Positivo. Como em toda boa relação, a Compujob também quer sair ganhando.

A ambição é aumentar o peso que as pequenas empresas têm no seu faturamento – atualmente em 20%. Mesmo com os olhos voltados para as corporações de porte menor, pelo menos no começo a Positivo acredita que sua atuação deva respingar também nas grandes empresas ainda com mais afinco. “Já trabalhamos com Intelig, Transpetro, CSN, por exemplo, e contamos com estrutura suficiente para atender outras grandes empresas também”, esclarece Idel Bacal, diretor comercial para o segmento corporativo da Positivo Informática. Inicialmente, serão comercializados apenas PCs e notebooks, mas a oferta de outros produtos está em estudo.


Segundo a análise técnica, para o lado que romper esta congestão, as cotações devem seguir! Mas o triângulo é ascendente!!!


IPO da BM&F: reprise da Bovespa?

Está todo mundo achando que vai ser bom demais!!!

A unanimidade pode ser burra, mas
é sempre um indício de como deve se posicionar a massa!

Uma semana antes do lançamento das ações da Bolsa de Mercadoria e Futuros (BM&F), o movimento de investidores para reserva dos papéis está surpreendendo as corretoras. Afinal, após o sucesso da Bovespa, ninguém quer ficar de fora desse IPO (sigla em inglês para Inicial Public Ofering, ou oferta inicial de ações).

O sucesso da debutante não é para menos. A BM&F é uma das seis maiores bolsas de mercadorias do mundo, com um giro de negociações médio de aproximadamente R$ 50 bilhões por dia. Mas será que a BM&F vai repetir a perfomance da Bovespa, cujas ações se valorizaram 52,1% logo na estréia, em 26 de outubro?

Nesta corrida, a BM&F leva algumas vantagens. A bolsa mercantil, por exemplo, negocia contratos futuros enquanto a Bovespa trabalha com contratos à vista. Segundo analistas, essa característica garante maior segurança nos resultados, pois os ativos da BM&F são utilizados como títulos de proteção tanto pelas instituições financeiras quanto pelos demais investidores.

“Se houver alta nos negócios, a Bolsa Mercantil vai bem - e na crise não será diferente visto que os investidores vão querer negociar contratos para garantir o futuro”, pondera Ricardo Almeida, professor do IBMEC São Paulo. Os altos e baixos das commodities também não devem se refletir nos negócios da BM&F. Este tipo de contrato representa apenas 4% da movimentação da bolsa. Hoje, mais de 70% do total negociado é de títulos de juros e câmbio futuro. “O setor agrícola é um diferencial brasileiro e tem potencial para crescer na bolsa - o que deve ajudar a BM&F”, avalia Almeida. Por tudo isso, os analistas esperam um desempenho melhor que o da Bovespa. “É uma ação muito boa”, opina Almeida.

Mais agressivo, Marcos Crivelaro, professor da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), acredita numa valorização de 100% até o final do ano. “Se tiver uma seqüência boa de alta de bolsa, sem precisar de muita sorte, isso pode acontecer”, prevê Crivelaro. Mas nem tudo são flores para a bolsa mercantil. Há quem diga que é melhor esperar e comprar mais tarde os papéis. “Somente depois da apresentação dos primeiros números trimestrais é que se deve começar a avaliar a compra”, sugere Leandro Ruschel, diretor da Leandro&Stromer Trading, de Porto Alegre. O grande desafio da BM&F será, contudo, popularizar as negociações para conseguir um volume maior, assim como fez a Bovespa. “Ela precisa ter mais entrada de investidores pessoa física”, avalia Ruschel.


sexta-feira, 23 de novembro de 2007

LUPA3 - Lupatech ON

Reserva de Tupi trará estabilidade de dez anos para a Lupatech

A descoberta da reserva de petróleo da Petrobras no Campo de Tupi, na Bacia de Santos, no começo de novembro, fez jorrar otimismo entre os executivos da caxiense Lupatech. Em entrevista à imprensa, nesta quarta-feira (21), Nestor Perini, presidente da companhia, estimou que o maior impacto dos investimentos da Petrobras virão a partir de 2011. “Acreditamos que estes investimentos vão assegurar para nossos negócios uma estabilidade de oito a dez anos”, calcula.


Os primeiros pedidos para a Lupatech - especializada na produção de peças e válvulas para o segmento óleo e gás, flow e metal - devem ser feitos cerca de um ano antes do início dos projetos da Petrobras. “Nossa visão é de que durante este período, no Brasil, vai haver um crescimento orgânico muito forte e também uma internacionalização dos nossos negócios, focando principalmente em águas profundas”, adianta Tiago Afonso de Oliveira, diretor de Relações com os Investidores da Lupatech. Se não bastasse a descoberta da estatal brasileira, a indústria sedida em Caxias do Sul prevê um ano-novo repleto de comemorações. E há motivos: o segmento de óleo e gás representou 41% da receita da Lupatech só no último trimestre, contabilizando uma carteira de pedidos de R$ 250 milhões.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

DJIA - Dow Jones Industrial Average

Primeiro a perda da LTA, depois a M200, os 13k, e agora testando mais um importante suporte. Abaixo disto aponta direto para 12,000!

Será que repica? Vamos ter que esperar passar o feriado.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Como é fácil ganhar (e perder) na Bolsa


Quem recomprou naquela afundada aos 45 mil pontos ainda tem muita gordura para queimar. Embora a pernada de alta tenha sido basicamente puxada pelas blue-chips, alguns ativos apresentaram uma boa evolução durante este período. mas tem, muita ação devendo. Não sendo insider destas descobertas de poço da Petro, da suposta banda larga da Telebras, tecnicamente o mercado ficou bem mais seletivo. Mas aqueles novos investidores, crentes nos "céus- de-brigadeiro" eternos, se acreditaram em mais rompimentos de topo, mesmo com o Ibovespa fazendo novas máximas em baixos volumes, e carregaram a carteira nas alturas, as perdas vão começar a ficar mais pesadas. Assim como as nuvens que se formam no horizonte trazidas pelos ventos da matriz americana.


Olhando o gráfico dos últimos 5 anos pelos fechamentos, e traçando simples LT, podemos observar que o tombo pode ser grande e o buraco é mais profundo. Até a linha de tendência de alta principal (que passa por 40.000 pontos) existem alguns suportes intermediários mais explícitos: 56k e 48K. Valeu a pena acreditar na projeção dos 65.000 como um excelente ponto para realização dos lucros. Mas cá entre nós: alguém já tinha visto o mercado com tanta cara de topo? Nunca é tarde para vender, o problema é que sempre vão surgir repiques pelo caminho e, com esta volatilidade alta, dá para perder dobrado - mesmo operando nas 2 pontas.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

TELB4 - Telebras PN

Seção "micos para insiders"; ou para ficar longe disso...


Sem comentários!

CPLE6 - Copel PNB

Copel: novos negócios, novas receitas

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) está disposta a investir em novos mercados para engordar suas receitas em 2008. O aviso foi dado por Rubens Ghilardi, presidente da companhia, em uma teleconferência com investidores realizada nesta quarta-feira. “Temos um bom dinheiro em caixa, o que possibilita investimentos”, admite ele. O esforço de diversificação está em pleno andamento. Em outubro, por exemplo, a estatal de energia participou de um leilão de concessão de rodovias federais que atravessam o Paraná. Mas perdeu a concorrência para a espanhola OHL, que ficou com cinco dos sete trechos licitados.

De qualquer forma, Ghilardi garante que a Copel continuará entrando nos leilões, tanto nos de rodovias como nos de telefonia ou outras atividades. Enquanto isso, o velho (e bom) mercado de energia segue dando lucros à empresa. De janeiro a setembro deste ano, o consumo paranaense aumentou 6%, mais do que a média brasileira. Com isso, o lucro líquido da Copel se elevou para R$ 794,4 milhões no período, 61,7% a mais do que no mesmo período de 2006. O resultado também foi puxado pelas prestações de serviços e arrendamentos – especialmente os da Usina de Araucária que, desde junho, está sob a responsabilidade da Petrobras. A Petrobras, aliás, tem interesse em renovar esse acordo. “Com certeza vamos renovar o contrato para o próximo ano”, anima-se Paulo Roberto Trompczynski, diretor de Relações com os Investidores da Copel.


OBS: PL 7; P/VP perto de 1; Liquidez Corrente aumentando.

Aula de marketing

A Skol é uma cerveja clara, com aroma refinado e sabor leve e suave. Skol é jovem, ousada, irreverente, é a marca referência em eventos e a mais inovadora: foi a primeira cerveja em lata e lata de alumínio do país, a pioneira em garrafa long neck, lata com boca redondona, garrafa big neck e lata de 473 ml. Por tudo isso é a líder em preferência e vendas no Brasil. Skol, a cerveja que desce redondo.

Histórico
A marca sempre atuou e foi reconhecida por ser inovadora, irreverente, jovem de espírito e por estar à frente. Essa irreverência e pioneirismo também estiveram presentes na comunicação/ campanhas da marca. Prova disso foi o lançamento, em 1997, do slogan/ posicionamento “A cerveja que desce redondo”. Além de ser um dos mais bem-sucedidos da história da publicidade brasileira, é também o que melhor define a cerveja Skol.

A marca Skol mantém o mesmo posicionamento vencedor que a tornou a cerveja preferida e mais consumida do Brasil: "a cerveja que desce redondo". Houve, entretanto, alguns momentos em que utilizamos outros temas de campanha para abordar temas específicos. Citamos aqui dois casos, como as campanhas "Quem ama Skol é louco por Skol" (2002) - filmes Ultimate Fight, Forca e Supermercado Animado; e "Beber redondo é beber com responsabilidade" (2003) – filmes Aliança (de um jeito irreverente, a campanha foi ao ar para reforçar a questão do consumo responsável, uma iniciativa inédita entre as empresas do setor no Brasil ) e Max Laser. Todos os filmes citados nessa resposta também contribuíram para o posicionamento da marca, assim como os filmes de eventos: Velhinhos (Skol Rock), Fábrica e Contágio (Skol Beats).



A Skol procura estar presente e antenada a eventos modernos, inovadores e divertidos, que traduzam as principais características da "cerveja que desce redondo". A marca sempre apostou no vanguardismo, investindo em ações inovadoras e que se mostram tendências. Todas as iniciativas nessa área visam trabalhar os valores de Skol: inovação, ousadia e espírito jovem. Atualmente a marca é sinônimo de entretenimento.

A marca acredita que o patrocínio e o desenvolvimento de eventos culturais é uma das formas de atingir seu público-alvo e de se consolidar no mercado. Alguns dos eventos proprietários da marca são: Skol Beats, Skol Rio, Praia Skol, Skol Spirit, Skol Stage, Bloco Skol no Carnaval de Salvador, entre outros.

Cerveja em lata hoje quase chega a ser redundância, mas um dia não existia. Em 1971, a Skol revolucionou o mercado de cervejas com o lançamento da primeira cerveja em lata do país, em folha de flandres. Como marca inquieta, a Skol não se contentou com a inovação e em 1989 trouxe ao mercado a primeira lata de alumínio.

Também foi a Skol que criou a “boca redondona”, abertura maior na lata, aprovada pelo consumidor e copiada por outras marcas. Em 2002, a marca lança a cerveja Skol Beats. Fruto de um ano de pesquisa, análise e desenvolvimento, a bebida tem todas as características que o consumidor deseja para as ocasiões que extrapolam a famosa “cervejada” com os amigos: tem teor alcoólico na medida certa, menor amargor e menor sabor residual. Na embalagem, uma nova revolução: a garrafa long neck transparente (330 ml) tem design moderno e inovador. Seu formato sinuoso faz referência ao “S” de Skol, com o nome projetado em alto relevo. Atualmente, a marca conta ainda com duas embalagens exclusivas e mais uma inovação no mercado nacional: o latão 473 e a Big Neck, long neck de 500 ml com gargalo maior e a tampa Abre Fácil para long neck, com tecnologia inédita no país. Não à toa é a marca líder no Brasil eleita pelos consumidores por sua qualidade e constante inovação, sempre para melhorar ainda mais um produto consagrado.

GGBR4 - Gerdau PN



Gerdau negocia nova siderúrgica nos EUA

O Grupo Gerdau está perto de comprar a siderúrgica americana Quanex por cerca de US$ 2 bilhões. Integrantes do conselho de administração da Quanex passaram o fim de semana reunidos para discutir a venda da empresa. Além da Gerdau, participam da disputa a Arcelor Mittal, maior empresa siderúrgica do mundo, e o grupo Thyssen, da Alemanha. Segundo fontes ligadas ao negócio, a Gerdau era a favorita para ganhar o leilão pela Quanex. As conversas começaram há cerca de dois meses, quando o banco americano Lazard Freres foi contratado pela Quanex para negociar com as siderúrgicas. No final da semana passada, as negociações foram apressadas, depois do vazamento da notícia em um site europeu especializado em fusões e aquisições. Na sexta, o conselho de administração da Quanex decidiu se reunir para bater o martelo o quanto antes.




quarta-feira, 14 de novembro de 2007

ALPA4 - Alpargatas PN

Sobre a Alpargatas - ALPA4 - a Cristiane Correa já havia publicado em seu blog "Por Dentro das Empresas":

O jornal americano Advertising Age, uma espécie de bíblia do marketing, selecionou os 50 produtos e serviços que estão "bombando" nos Estados Unidos. Alguns são velhos conhecidos também dos consumidores brasileiros, como o iogurte Activia, da Danone, a Coca Zero e Johnny Walker Blue Label, da Diageo. A maior surpresa é que a lista trouxe uma marca brasileiríssima. Adivinhe qual? Havaianas, os chinelos de borracha que se tornaram uma febre mundial. Segundo o AdAge, a estratégia da Alpargatas, dona da marca Havaianas, foi baseada sobretudo na associação do produto com celebridades e no chamado marketing de guerrilha.

Vale a pena ver a matéria toda (aqui) para aprender algumas lições de marketing.


Agora a Alpargatas estuda fabricar sandálias Havaianas na China. A concretização do plano, segundo a consultora de comércio exterior da empresa, Ângela Hirata, está vinculada ao crescimento da demanda pelo produto naquele país. "Caso o chinês passe a comprar Havaianas, teremos que pensar em uma fábrica lá. O melhor ainda é fabricar no Brasil, mas chegará um momento em que isso será preciso", disse a executiva durante o comitê de Comércio Exterior e Logística da Amcham (Câmara Americana de Comércio) de Porto Alegre.

Ângela já foi diretora de comércio exterior da São Paulo Alpargatas e uma das responsáveis pelo projeto de internacionalização da marca Havaianas. A empresa produz, em média, até 650 mil pares de Havaianas por dia. Em setembro passado, a companhia atingiu seu recorde histórico de vendas: 16,2 milhões de pares. Nos últimos nove meses, as sandálias foram responsáveis por quase 60% da receita de vendas da companhia. Hoje, o produto está presente em cinco continentes e é vendido em mais de 80 países, inclusive na China.

O câmbio desfavorável não deve prejudicar a exportação das Havaianas, segundo Ângela. A estratégia para isso é posicionar a marca de modo a evitar que o produto se torne uma commodity. O ideal é estimulá-lo como um "desejo de consumo", ressaltou ela.

CESP3 - Cesp ON

Quebrando a sequência em ordem alfabética, trago para avaliação dos senhores o cenário da Companhia Energética de São Paulo - CESP.

Há muito vem se fando em venda dos ativos em posse do governo do estado de SP. Noticiaram, inclusive, que o Citibank já foi contratado para acelerar esta operação. Ações em carteira que seriam pulverizadas em ofertas para atrair outros acionistas minoritários (embora quem geralmente fica com o "grosso" são sempre os estrangeiros). Incluem-se também neste rol os papéis da Sabesp. mas já que estamos considerando aspectos técnicos e fundamentalistas, os números da CESP chamam atenção.

Como para as ações ordinárias da cia. não pode haver uma análise técnica confiável, em vista da sua baixíssima liquidez (o seu rumo, neste momento deve ser mais fruto de decisões políticas e jurídicas), primeiramente vou compartilhar um gráfico comparativo entre o seu desempenho e o do Ibovespa:


Vejam que ela ficou bem para trás e não acompanhou a valorização do índice! Agora - o mais incrível - atente para alguns números da empresa. Como é praxe no mercado as empresas trabalharem com múltiplos, a primeira coisa que salta aos olhos é o fato do valor patrimonial da ação (R$31,36) estar abaixo das suas cotações em mercado (hoje em torno de R$26). Para uma empresa que até pouco tempo atrás tinha um PL negativo, os números atuais (PL= 86) não chegam a assustar. Mas o V/VP abaixo de 1, indica que ela está sub-avaliada na bolsa, e ninguém (ainda mais se tratando de um governo chefiado por partido favorável às privatizações) vai se desfazer de um ativo por menos do que vale. Mesmo (ou principalmente) os políticos, não jogam dinheiro fora. Na pior das hipóteses vai para os seus bolsos - e aí é que está o perigo! A questão de manterem ou não o controle é que ainda não parece definida.

Mas observando a questão dos proventos, constatamos o grande período em que ela deixou de distribuir dividendos - desde 1999. A sua última subscrição foi em 1994! Olhando agora o quadro abaixo, é que vamos entender o porquê:


A empresa não dá lucro!!! Até 2003 só apresentou prejuízos, seja por causa da gestão ou devido a manobras contábeis, não havia mesmo como distribuir o inexistente. A pártir de meados de 2006 ela parece ter "zerado" a pedra: nem verde nem vermelho. Como pode?

Será que dentro da filosofia de Warren Buffet, as suas estratégias contemplariam a possibilidade dele se tornar sócio desta empresa? Uma caixinha de surpresas... ou de Pandora?

Final do ano chegando... e muita gente ainda acredita em Papai Noel. Quem sabe mais uma vez ele vem de saco cheio. Mas isto não é recomendação de investimento, portanto a decisão é pessoal e, por favor, depois não me venham "encher o saco"!

Brincadeirinha... :-)

Olha o que está escrito no Portal do Governo de SP:

A Cesp é a maior empresa de geração de energia do Estado de São Paulo e a terceira maior do Brasil. Ela é responsável por 58% de toda a energia produzida no Estado e por quase 12% de toda a produção nacional. A Companhia opera seis usinas hidrelétricas que totalizarão uma potência instalada de 7.455,3 megawatts no primeiro semestre de 2003.

http://www.saopaulo.sp.gov.br/linha/cesp.htm



terça-feira, 13 de novembro de 2007

ALLL11 e as Commodities

As expectativas da América Latina Logística (ALL) para 2008 são alvissareiras. A companhia prevê um volume de commodities 12% a 14% superior ao transportado neste ano. Somente entre julho e setembro, a empresa paranaense colocou nos trilhos 9,1 milhões de TKU (o transporte de uma tonelada à distância de um quilômetro) – 13% a mais do que o mesmo período do ano passado.


E contradizendo o ceticismo de analistas que consideram o alto valor das commodities um fenômeno temporário, a ALL toma caminho inverso apoiada no prognóstico de um aumento da área plantada no Brasil e na expectativa de ter, no ano que vem, 70% da capacidade transportada em contratos fixos.

“Tivemos uma mudança no parâmetro brasileiro com safras maiores de milho e soja”, entusiasma-se Bernardo Hees, diretor presidente da ALL.


No terceiro trimestre, o lucro líquido da empresa de logística foi de R$ 161,6 milhões. O saldo reverte o prejuízo de R$ 9,8 milhões alcançados no mesmo período do ano passado. O resultado é conseqüência de uma mudança no “mix” da ALL, que passou a ter maior foco na parte ferroviária do que no modal rodoviário.

Enquanto as notícias do Brasil fazem a alegria da ALL, a situação é bem diferente na Argentina. O volume de commodities transportadas no país vizinho caiu 4,1%, frente ao terceiro trimestre de 2006. Tudo por causa do problema energético no país do casal Kirchner. “Não vemos uma melhora no curto prazo, mas o pior já passou”, desabafa Hees.

Site da America Latina Logística

AVIL3 - Aços Villares ON

Dando continuidade à relação de ativos, por ordem alfabética, vamos fazer agora uma leitura do cenário em que se encontra a AVIL3, ainda contando com o material disponibilizado pela consultoria ECONOMATICA como fonte de dados:


Segundo o gráfico diário (últimos 6 meses) o papel permanece encaixotado entre 0,68 e 0,93. Há uma linha intermediária em torno dos 0,80, que separa 2 trading ranges com espaçamentos semelhantes. Desde o último fundo observado em agosto, o ativo desenhou uma LTA que o levou de volta para a metade superior do box. Pode evoluir caso consiga superar esta resistência demarcada pelos círculos azuis. A perda da incipiente linha de tendência de CP pode levar as cotações a um novo teste nos 0,80, coincidentemente onde passa a referida LTA iniciada no mês de agosto.



Os números da empresa são bem interessantes. Para o setor de siderurgia e metalúrgica, seu PL pode ser considerado muito bom: quase 10! A relação do P/VP também é baixa, onde o patrimônio líquido vem crescendo em ritmo lento, mas de forma consistente e sustentável. Sua liquidez corrente também apresenta melhoras, somada ainda a uma diminuição das dívidas que causou naturalmente uma pequena perda na rentabilidade, mas evidencia uma boa gestão dos recursos. Mas pelo quadro abaixo, percebemos que seus lucros continuam homogêneos.




A última notícia que foi publicada traz a impressão de analistas sobre a posição do CADE em relação à aquisição e controle do Grupo Gerdau na empresa:

Aprovação de negócio entre Gerdau e Aços Villares traz boa impressão para analistas

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
InfoMoney


SÃO PAULO - Em comunicado ao mercado, a Gerdau informou a aprovação, por parte do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) da aquisição de 40% do capital social da holding Sidenor, controladora indireta da brasileira Aços Villares.

De acordo com a empresa, com a notícia deixa de perdurar a cláusula que restringia a participação do grupo Gerdau em decisões da Aços Villares sobre tópicos como a estratégia comercial, desenvolvimento de produtos e aumento da capacidade produtiva.

A aprovação abre a possibilidade de integração das políticas de compra e venda, alocação de produtos por planta e outras sinergias entre as companhias, ressalta a Gerdau. Para os analistas da corretora Link, esta possibilidade é positiva tanto para a Gerdau quanto para a Aços Villares.

A operação que havia sido realizada em 2005 teve reflexos no Brasil pois a Gerdau e a Aços Villares atuam no mesmo mercado de aços longos especiais, destaca a Link. A Sidenor tem 52,4% do controle da Aços Villares.

Bom para as duas partes
A corretora buscou ressaltar, ainda, o fato de que a Gerdau detém 40% da Sidernor, enquanto o Santander possui outros 40%, com o restante sendo dos executivos da companhia, fato que impõe a manutenção da atuação das empresas separadas.

Mesmo assim, como o foco do Santander são as finanças, a Link considera bem possível que o banco queira sair do investimento futuramente, evento que pode tornar a Gerdau a controladora da Sidenor, com a incorporação da Aços Villares.

Com base neste cenário, os analistas da corretora demonstraram otimismo em relação à administração e à estratégia da Gerdau, fator que reforça a recomendação de "compra" da instituição para as ações do grupo.

Até a próxima!

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

AMBV4 - Ambev PN


Gráfico diário (AT) e números da empresa (AF).

Fundamentalisticamente, ela trabalha com múltiplos muito elevados: PL de 28; P/VP = 4,74; com um Valor Patrimonial por Ação pouco acima de R$27. E o dividend yield não é lá grandes coisas: 2,83.

Pelo gráfico, violinou no seu antigo TH, respeitou a LTA de CP, para, ao perdê-la, realizar com força e um volume considerável!

Possivelmente indicando um retorno para teste dos níveis de R$120, onde encontra-se a linha de tendência de alta de longo prazo. Barbas de molho e muita cerveja para comemorar os ganhos de quem embolsou acima dos R$ 140. :-)

Pronto LB... minha colaboração para "estrear" seu blog!

Agora com esta fonte de pesquisa da ECONOMÁTICA você pode alavancar seu conteúdo. Mas vê se não abandona o seu projeto original no Monitor Financeiro.net

Acho até muito conveniente manter um espaço pessoal seu sempre atualizado. Pelo menos seguiu minha sugestão e já evoluiu um pouquinho! Agora toca a barca!!! ;-)

Abs ^v^

domingo, 11 de novembro de 2007

Lucrando na Bolsa

Objetivo do blog:

Relacionar estudos das ações negociadas nas Bolsas de Valores - e seus índices, explorando os diversos tempos gráficos, seus indicadores - segundo a análise técnica, como também aspectos da análise fundamentalista, com os números relativos às empresas, seus resultados, balanços, fatos relevantes, e notícias que possam influenciar o comportamento das cotações no mercado.

Estão todos convidados a colaborar (o email para contato está na barra lateral), com toda liberdade para trazer e agregar conteúdo aos ativos estudados - que serão facilmente acessados através de seus próprios marcadores.

Um abraço
LB