sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Economia americana tem pior desempenho desde 1946

A economia americana teve uma boa recuperação no quarto trimestre de 2009 com um crescimento de 5,7%, mas para todo o ano teve uma queda de 2,4%, seu pior desempenho desde 1946, segundo dados da primeira estimativa divulgada pelo Departamento do Comércio dos Estados Unidos.

A expectativa dos economistas era de que esta primeira preliminar apontasse crescimento de 4,5% para a economia americana. A primeira divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre mostrou a maior alta desde o terceiro trimestre de 2003.

O crescimento foi estimulado por uma forte desaceleração no ritmo de liquidação de estoques, um fator que pode mascarar a força da recuperação econômica.

Os estoques empresariais caíram apenas US$ 33,5 bilhões no quarto trimestre, após recuarem US$ 139,2 bilhões no terceiro trimestre. A variação de estoques adicionou 3,39 pontos percentuais ao PIB, a maior contribuição desde o quarto trimestre de 1987.

No terceiro trimestre, o PIB dos EUA cresceu à taxa anualizada de 2,2%, após contração de 0,7% no segundo trimestre. O crescimento do terceiro trimestre foi o primeiro em mais de um ano e o maior em quase dois anos.

O Departamento do Comércio do país observou em nota que o resultado do quarto trimestre é calculado com base em fontes de dados incompletas ou sujeitas à revisão.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Porque Wall Street reagiu hoje

Livro Bege aponta leve melhora nas condições econômicas

As condições econômicas continuaram a melhorar levemente no final de 2009 nos Estados Unidos, mas a fraqueza dos mercados de mão de obra e de imóveis está mantendo a atividade baixa, afirma o mais recente Livro Bege do Federal Reserve (Fed, banco central americano). De acordo com o Livro Bege, 10 distritos do Fed reportaram algum aumento na atividade ou melhora nas condições econômicas, enquanto dois distritos - Filadélfia e Richmond - reportaram condições desiguais.

O Livro Bege é um sumário das condições econômicas atuais que servirá de base para a decisão de política monetária do Fed dos dias 26 e 27 de janeiro. O mais recente relatório foi preparado pelo Fed da Filadélfia e a análise das condições econômicas abrange o período de 21 de novembro de 2009 a 4 de janeiro deste ano.

Bovespa

Aqui na Bolsa de São Paulo o destaque no índice ficou por conta da Vale com a expectativa de aumento no preço do minério. A alta nos papéis pode não ter sido estrondosa mas as opções OTM da ação preferencial responderam com vigor. O comportamento da blue chip garantiu um fechamento de 0,44% no Ibovespa, levando o acumulado do mês para 2,62%.

E já estamos chegando na metade de janeiro.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

China eleva compulsório para combater inflação

O Banco do Povo da China (PBOC, na sigla em inglês, o banco central do país) anunciou hoje que vai elevar o compulsório bancário em yuan em 0,5 ponto porcentual. Este é o primeiro aumento desde que o governo do país adotou uma política monetária moderadamente frouxa, em novembro de 2008.

Em comunicado em seu site, o PBOC informou que a decisão entra em vigor na próxima segunda-feira. O anúncio surge em meio às crescentes preocupações do governo de que o crédito bancário, em rápida expansão, possa estimular bolhas e aumentar o risco de inflação na China.

Em sua operação de mercado aberto hoje, o BC chinês elevou a taxa de juros de títulos de um ano pela primeira vez em cinco meses. Na última quinta-feira, a autoridade monetária havia elevado, também pela primeira vez desde agosto de 2009, o yield (retorno ao investidor) de seus títulos de três meses.

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Prenúncio do que ainda vem pela frente?


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Menos etanol; gasolina mais cara

A redução de 25% para 20% da mistura de etanol na gasolina pode ter um efeito colateral indesejável: o aumento do preço da gasolina. Técnicos do governo, que preferem não se identificar, calculam que, se nenhuma medida for tomada, o preço da gasolina na bomba poderá subir de 2% a 2,5% com a menor mistura de álcool anidro.

Isso poderia acontecer porque, apesar de ter subido recentemente de preço, o álcool ainda é mais barato do que a gasolina. A mistura é feita pelas distribuidoras de combustíveis. Como agora elas terão de comprar mais gasolina do que antes, o custo total tende a subir.

Essas empresas compram a gasolina de refinarias da Petrobras e o etanol das usinas de cana. Depois, elas fazem a mistura e revendem aos postos. Segundo uma fonte governamental, o Executivo já estuda saídas para evitar que uma medida tomada para inibir o aumento do preço do álcool acabe aumentando o preço da gasolina. Uma das possibilidades é a redução da Contribuição de Intervenção sobre Domínio Econômico (Cide) cobrada da gasolina. Esse imposto já foi usado em outras ocasiões como colchão para impedir que aumentos da gasolina na refinaria chegassem aos consumidores.

Fonte: AE

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Desemprego a 10% - nos EUA

Economia dos EUA surpreende e demite 85 mil em dezembro

Os empregadores norte-americanos inesperadamente cortaram 85 mil vagas em dezembro, segundo dados do governo divulgados nesta sexta-feira.Segundo analistas, os números esfriaram o otimismo sobre a recuperação do mercado de trabalho.

Desde o início da recessão nos EUA, em dezembro de 2007, o número de pessoas desempregadas chega a 7,7 milhões, destacou o Departamento do Trabalho do país em nota distribuída nesta sexta-feira.

No mês passado, houve corte de pessoal na construção, no setor manufatureiro e na comércio atacadista, mas cuidados com saúde ampliaram sua folha. A taxa de desemprego ficou inalterada em 10%.

O dado de novembro foi revisto para melhor, apontando 4 mil contratações ante informação preliminar de 11 mil demissões. Mas houve revisões também em outubro, o que fez com que nesses dois meses a economia tenha perdido mil empregos a mais que o inicialmente divulgado.

Analistas consultados pela Reuters previam estabilidade dos postos de trabalho em dezembro e aumento da taxa de desemprego para 10,1%.

Em 2009 como um todo, a economia fechou 4,2 milhões de empregos.

UOL

VIX: o índice do medo


Vixe, fiquei com medo. Vou viajar para lá e receio estar sendo monitorado pelo ganhador do prêmio Nobel da Paz:

Obama anuncia novas medidas de segurança

O presidente dos EUA, Barack Obama

Obama disse que país está 'em guerra com a Al-Qaeda'

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou, nesta quinta-feira, novas medidas de segurança ao apresentar os resultados de um relatórios sobre as investigações iniciais do atentado frustrado em um voo que ia para Detroit no dia de Natal.

Entre as medidas anunciadas por Obama estão um fortalecimento no critério usado para adicionar pessoas na lista de monitoramento para os considerados suspeitos de terrorismo pelo país.

Além disso, Obama disse ainda que os EUA passarão a usar mais scanners e outros equipamentos tecnológicos nos aeroportos.

‘Guerra’

Durante a apresentação dos resultados das investigações sobre a tentativa de atentado contra os EUA, Obama disse que o documento indica “uma série de erros humanos” e que o fracasso em prevenir o ataque não foi de um único indivíduo.

Apesar disso, o presidente assumiu a responsabilidade pelas falhas que levaram ao atentado frustrado.

“Quando o sistema falha, é minha responsabilidade”, disse o presidente.

Obama voltou a falar em “falhas sistêmicas” nos serviços de inteligência e ressaltou que não houve falha na coleta de informações, mas em “conectar e compreender” as informações que o governo já possuía.

Segundo ele, o país “está em guerra com a Al-Qaeda”.

“Estamos em guerra, estamos em guerra com Al-Qaeda e vamos fazer o que for preciso para derrotá-los”, afirmou.

BBC

domingo, 13 de dezembro de 2009

Do LB Master

Descobri este blog de um xará (LB Master) e pela qualidade de suas postagens já deixei um recado convidando ele para participar deste aqui. O Lucrando na Bolsa está mesmo precisando de mais um novo dono para dar atividade ao espaço. Como prévia republico este texto muito apropriado sobre a psicologia de mercado:


O Poder do Subconsciente

Imagino que ao ler o título do post as pessoas verifiquem se estão no Blog certo. É isso mesmo, este é um Blog sobre análise técnica, especializado em mercado futuro, se é que se pode dizer assim.

Para mim, crenças e valores estão intimamente ligados ao nosso comportamento no mercado, as vezes contribuindo para nosso desempenho, mas para a maioria das pessoas acredito que podem ser prejudiciais, pois o subconsciente é muito poderoso e vai atuar conforme nossas crenças. Nesse sentido, muitas pessoas sem perceber incorrem na auto-sabotagem e não conseguem ter um bom desempenho no mercado, mesmo utilizando da análise técnica, pois como diz Alexander Elder, "O operador pode enxergar o que quiser em um gráfico."

Faço esta citação porque para mim foi importante o auto conhecimento, derrubar algumas crenças, criar outras, pois quem nos dirige é nosso subconciente.

Estou longe de ser um entendido no assunto, então não vou prolongar, mas gostaria de deixar claro a importância do tema e acho até que o auto conhecimento é pré-requisito para o sucesso financeiro em qualquer área.

Assim sendo, estou indicando um livro sobre o assunto: "Os Segredos da Mente Milionária", T. Harv Eker.

Indiquei este livro, pois é sobre neurolinguística direcionado a prosperidade financeira, mas a literatura é vasta.

"Se você não sabe quem você é, o mercado de ações pode ser um lugar caro para descobrir."


$ The Investor $

http://lbmastertrading.zip.net/index.html


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Sucesso econômico

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou em Lisboa (Portugal) que hoje a grande preocupação é sobre como lidar com o sucesso da economia brasileira. "Entramos na crise com US$ 205 bilhões e estamos agora com US$ 239 bilhões. Temos um crescimento anualizado de 7,8%, o crescimento do ano será levemente positivo e o crescimento previsto para o próximo ano é de 5%, com tendência para cima. A grande preocupação é administrar o sucesso, justamente para evitar a formação de desequilíbrios na economia", afirmou Meirelles, ao receber o prêmio de Personalidade do Ano da Câmara de Comércio e Indústria luso-brasileira.

Meirelles disse também que os estímulos dados pelo governo brasileiro à economia durante a crise financeira já estão sendo retirados. Como exemplo, ele citou os empréstimos que o BC fez para os bancos no auge da turbulência. Segundo Meirelles, dos R$ 25 bilhões emprestados, restam apenas R$ 2 bilhões para serem devolvidos. Em Lisboa, ele repetiu hoje que a previsão para 2010 é de que a taxa de inflação oficial ficará abaixo do centro da meta (4,5%). Ele destacou, no entanto, que a autoridade monetária está monitorando a pressão do crescimento da atividade econômica sobre os preços.

Questionado sobre as medidas para conter a queda do dólar, o presidente do BC disse, sem dar maiores detalhes, que estão sendo feitos estudos, mas de longo prazo. O importante, destacou ele, é a não formação de bolhas do câmbio. Já em relação a novas medidas, como a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre capital estrangeiro, Meirelles disse que esse tipo de ação cabe ao governo, já que não é da sua área.

Agencia Estado

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Brasil volta a ser eldorado dos IPOs

A multibilionária operação do Santander Brasil consolidou o mercado brasileiro de ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) como um dos que mais rapidamente se recuperaram dos efeitos da crise global desencadeada no final de 2008.

A filial no país do banco espanhol fez sua estreia no pregão da Bovespa e na Bolsa de Nova York nesta quarta-feira, após ter concluído na véspera sua oferta de 600 milhões de units, levantando 14,1 bilhões de reais, no maior IPO da história do mercado brasileiro e recorde mundial em 2009.

Para o presidente do Santander Brasil, Fabio Barbosa, a recuperação rápida da economia brasileira após a crise foi fundamental para o resultado da operação.

"O momento da oferta não poderia ter sido melhor, porque o país saiu bem avaliado da crise do ano passado", disse Barbosa na sede da Bovespa, antes do início dos negócios com as units.

Mas a estreia no pregão foi tingida de vermelho em meio à realização de lucros no setor bancário, que vinha se valorizando na Bovespa justamente pelo otimismo com a oferta.

A unit do Santander terminou o dia com queda de 3,74 por cento, a 22,62 reais, com o maior giro da bolsa, de 1,93 bilhão de reais. O Ibovespa encerrou o dia praticamente estável, com oscilação negativa de 0,05 por cento.

Segundo a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), a taxa de rateio na parte da operação destinada ao varejo foi de 8,14 por cento, indicando que a demanda superou a oferta em mais de 10 vezes.

Segundo profissionais do mercado, a forte demanda pela oferta reflete as perspectivas positivas dos investidores para o crescimento do crédito no país nos próximos anos.

Mas esse otimismo se espalhou por todo o setor financeiro, que protagonizou a ascensão do Brasil a vice-líder mundial de IPOs em 2009, só atrás da China. A emissão de cerca de 8,1 bilhões de dólares do Santander e os 4,3 bilhões de dólares da empresa de cartões de crédito VisaNet fizeram o país responder por 29 por cento dos 42 bilhões de dólares levantados por essa via neste ano, segundo a Thomson Reuters.

E pelo menos mais uma operação de grande porte é esperada para este ano na Bovespa, a oferta inicial da câmara de liquidação e custódia Cetip.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

BRF e a falta de acesso ao mercado dos EUA

A Brasil Foods, quinta maior empresa global de carnes, lamenta não poder, ainda, comercializar seus produtos nos Estados Unidos, um dos principais mercados mundiais para proteína animal, e avalia possibilidades de obter esse acesso, inclusive por meio de aquisições.

A empresa brasileira, resultante da incorporação da Sadia pela Perdigão, obteve aprovação do Cade na segunda-feira para passar a coordenar, como uma empresa só, suas atividades para o mercado de exportação e espera elevar suas vendas externas a partir do ano que vem, apesar de seguir alijada do varejo dos EUA.

O grupo brasileiro JBS, maior empresa global no setor de carnes, ampliou fortemente suas atividades em exportação ao obter acesso a mercados antes fechados, como os Estados Unidos, utilizando-se de aquisições de empresas. Na semana passada, o JBS entrou em aves, o principal ramo de atuação da Brasil Foods, ao adquirir a norte-americana Pilgrim's Pride.

Eike diz que pode comprar ações da Vale

Eike Batista, magnata da indústria brasileira, afirmou na noite de segunda-feira, após jantar em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Nova York, que pode considerar a aquisição de uma fatia na mineradora Vale, se tiver chance.

A imprensa brasileira revelou há alguns meses que Batista mantém conversações com os principais acionistas da Vale, incluindo o braço de participações do Banco Bradesco, Bradespar, e o fundo de pensão Previ, do Banco do Brasil, para comprar parte de suas participações na mineradora.

Eike teria oferecido 9 bilhões de reais pela participação da Bradespar na Vale, que teriam sido recusados pelo Bradesco. O banco não comenta a informação.

Quando pressionado sobre se buscará adquirir uma fatia da mineradora, ele afirmou: "Nós temos muito capital, e se houver espaço para nós, podemos fazer as coisas acontecerem. Nós estamos sempre analisando este tipo de coisa."

Informações da Reuters

Seguradora do BB pode ficar sócia da SulAmérica

Conversas entre o Banco do Brasil e a SulAmérica preveem uma associação entre as duas instituições, sem aquisição do controle acionário da seguradora. Essa é uma das condições colocadas à mesa pelo banco federal para a negociação com a empresa, que é controlada pela família Larragoiti e a holandesa ING. Fonte da equipe econômica afirma que a intenção é criar uma parceria semelhante à feita entre o BB e o Banco Votorantim. “O banco não quer ser majoritário. O modelo mais adequado é o adotado no negócio com o Votorantim em que o BB vira sócio minoritário, mas tem participação ativa na gestão da instituição”, diz a fonte, que acompanha as negociações.

Fonte: Agência Estado

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Investidores levantam dúvidas sobre Petrobras

A fatia do governo na Petrobras, os detalhes do processo de capitalização, a viabilidade econômica dos projetos no modelo de partilha e o conteúdo nacional nos equipamentos do pré-sal estiveram entre as principais dúvidas dos investidores que participaram da apresentação da estatal brasileira hoje, em Londres.

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou que o governo pode elevar a participação na companhia, caso os minoritários não subscrevam as ações, e admitiu que o mercado não terá capacidade financeira para absorver todo o volume da operação.

Os investidores questionaram a participação da estatal em todos os blocos do pré-sal. A maior preocupação é a de que a empresa se veja obrigada a entrar como operadora em projetos que não sejam viáveis economicamente. Isso porque, pelo modelo de partilha, quem oferecer a maior parcela de lucro ao governo leva o bloco - e a Petrobras, sempre com um mínimo de 30%, tem que seguir a proposta vencedora.

Um participante levantou a possibilidade de entrada de um investidor muito agressivo, possivelmente da China, que ofereça parcela extremamente elevada do lucro ao governo, deixando o investimento inviável financeiramente. Gabrielli admitiu que há chances de uma situação como essa ocorrer. No entanto, ele acredita que é muito improvável que aconteça em todos os blocos.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Taxação da Poupança

A proposta do governo para taxação dos rendimentos da caderneta de poupança, com valores acima de R$ 50 mil a partir de 2010, contempla uma alíquota de Imposto de Renda (IR) única de 22,5%, incidindo no momento do saque dos recursos.

O projeto de lei deve ser enviado ao Congresso ainda nesta semana e, segundo o ministro da Fazenda, mudança vale para todas as contas, inclusive as antigas.

De acordo com dados do governo, 99% das contas de poupança têm saldo inferior a R$ 50 mil, ou seja, são investimentos de pequenos investidores. Pela proposta, uma pessoa que aplica R$ 70 mil na poupança, por exemplo, pagará imposto de 22,5% sobre o rendimento dos R$ 20 mil excedentes (acima dos R$ 50 mil de limite sem tributação).

O governo informou que o universo de poupadores que estarão sujeitos às novas regras estava, em maio, em 895 mil pessoas, ou seja, esse é o total de aplicadores que atualmente acumula, naquele mês, um saldo superior a R$ 50 mil na caderneta de poupança.

Migração de investimentos

Segundo explicaram integrantes da equipe econômica em maio deste ano, a medida busca impedir que grandes investidores migrem para a poupança e, com isso, deixem de comprar títulos públicos ofertados pelo Tesouro Nacional.

O temor do governo, portanto, é que a atratividade da poupança aumente, com a diminuição da taxa básica de juros, e que isso influencie a rolagem da dívida pública - emissão de novos papéis para o pagamento dos títulos que estão vencendo. O governo avalia que a poupança é feita para os pequenos, e não para os grandes investidores.

Isenção

Pelas regras divulgadas anteriormente pelo governo, estarão isentas da nova regra apenas as pessoas que comprovarem a poupança como única fonte de renda, e as que são isentas de declarar o IR por receberem menos de R$ 1.499,15 por mês. Nesse último caso, há, no entanto, uma exceção para aplicações com o saldo muito elevado.

Para auxiliar na delaração do IR, o banco ficará obrigado a mandar extrato com o rendimento mensal do poupador. A assessoria técnica da Fazenda detalhou que, caso o poupador tenha cadernetas em mais de um banco, incluindo poupança de dependentes, ele terá de pagar imposto sobre a soma total se esta ultrapassar o limite de R$ 50 mil.

sábado, 5 de setembro de 2009

Os barris e a subscrição da Petro

Se o governo vai capitalizar a Petrobras por meio da concessão de 5 bilhões de barris, estimados em U$50 bi (ao custo de 10 dolares /barril) qual deve ser o valor do direito de subscrição oferecido aos acionistas minoritários da estatal, que terão que integralizar o valor em espécie - sem poder contar com os recursos do FGTS - para não diluírem suas participações na empresa?

Se o barril está sendo cotado por 1/7 de seu preço, deve haver um bom desconto na compra dos lotes adicionais pelos investidores.

Pergunta que ninguém ainda soube responder.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Cautela com ações da Petrobras

A falta de detalhes sobre as novas regras para exploração e produção na camada pré-sal deixou os analistas desconfortáveis. Diante de tantas dúvidas, a recomendação para os investidores está sendo a cautela.

Em relatório, a corretora SLW destaca que o novo marco regulatório não foi claro o suficiente para esclarecer ao acionista minoritário o real peso da capitalização que será feita na empresa. "Não sabemos o percentual que será emitido em ações e quanto a companhia pagará com petróleo, o que dificulta fazermos as contas exatas do impacto desta operação em suas ações. No que pese faltar informações para a melhor avaliação, pelo valor estimado já dá pra se ter uma idéia clara que a operação vai diluir os acionistas que não aderirem à oferta, desta forma a noticia é negativa no curto prazo e deve pressionar suas ações até um melhor entendimento da operação", afirma.

Segundo o líder do governo do Senado, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), a Petrobras, será capitalizada em 50 bilhões de dólares. A Petrobras, entretanto, ainda não confirmou este valor. A falta de informações oficiais quanto ao valor e aos termos da capitalização, além das incertezas em relação ao potencial das reservas do pré-sal , devem pesar sobre as ações da Petrobras. no curto prazo, estima o banco de investimentos Collins Stewart. Segundo a instituição, a margem de erro nas premissas para o pré-sal é muito grandes, gerando insegurança na avaliação da companhia. Outro fator que dificulta as estimativas é a incerteza no calendário de produção do pré-sal.

A corretora Fator destaca que o longo prazo de maturação das reservas e as dúvidas que permanecem sobre a rentabilidade das operações de exploração de petróleo sob o novo modelo tornam o estabelecimento de preço uma difícil tarefa. Pelas contas da instituição, atualmente o valor de cada barril de petróleo do pré-sal está em 3 dólares, valor bastante inferior aos 10 dólares estimados pelo governo. "Isso significaria uma capitalização de US$ 15 bilhões pelo Governo ou uma oferta total de US$ 47 bilhões, equivalente a cerca de 30% do valor de mercado atual."

Para o Collins Stewart, até que o mercado esteja confortável tanto com a capitalização e o direcionamento dos recursos para novos investimentos, quanto com a avaliação dos ativos, as ações da Petrobras ficarão voláteis, com o risco de sofrer um rebaixamento. A SLW, porém, ressalta que, após o mercado digerir as informações e for concluída a emissão de novas ações, " a tendência é a empresa voltar a ser uma das boas opções de investimento para médio-longo prazo, uma vez que a companhia estará mais bem estruturada para enfrentar os investimentos futuros".

EXAME

sábado, 22 de agosto de 2009

Economia global respira

Sinais múltiplos de recuperação econômica criaram uma onda de otimismo nos mercados acionários, cenário que levou o principal índice da bolsa paulista para o maior nível desde 30 de julho de 2008.Também favorecido por ganhos acentuados de empresas domésticas do setor imobiliário, o Ibovespa subiu 1,58 por cento, para 57.728 pontos.

Um dos primeiros sinais nessa direção foi o anúncio de que a economia da zona do euro provavelmente retomou o crescimento neste trimestre, após ter enfrentado a pior recessão da história.

A empolgação ganhou força após a divulgação de dados da economia norte-americana. Um deles apontou que as vendas de moradias usadas no país atingiram em julho o ritmo mais rápido em quase dois anos.

Todo esse otimismo ainda foi temperado com um discurso do chairman do Federal Reserve, Ben Bernanke, afirmando que a perspectiva de retomada da economia global é boa.

O efeito desse quadro mais benigno sobre o ânimo dos investidores foi imediato. Na Bolsa de Nova York, o índice Dow Jones foi ganhando força no correr da tarde, até fechar em alta de 1,67 por cento.

Dois fatores extras contribuíram para sustentar o Ibovespa, que cravou a quarta alta seguida. Um foi o bom desempenho das blue chips. O papel preferencial da Petrobras, com avanço de 1,75 por cento, a 33,63 reais. A empresa anunciou na véspera a descoberta de uma nova reserva de cerca de 280 milhões de barris de óleo leve. Já a preferencial da Vale foi ainda mais longe, com ganho de 2,25 por cento, a 33,19 reais, no dia em que a Itaú Corretora elevou o preço-alvo do papel, de 42 para 48 reais.

Outro item que incrementou os ganhos do índice foi a disparada das ações de empresas ligadas ao consumo interno, com destaque para o setor imobiliário. Rossi Residencial encabeçou o movimento, saltando 11,1 por cento, a 13,06 reais. Gafisa ganhou 9,9 por cento, a 28,40 reais. Cyrela subiu 5,6 por cento, para 23,55 reais.

Segundo operadores, os dados positivos do setor imobiliário nos EUA se refletiram em ordens pesadas de compras por parte de investidores estrangeiros.

Informações da Reuters

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Índice da OCDE aponta melhora

As perspectivas econômicas para os 30 países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) melhoraram em junho, mês em que a desaceleração em Estados Unidos, Grã-Bretanha, Alemanha e Canadá parece ter mostrado sinais de ter atingido o fundo do poço.

O índice da OCDE para a região subiu para 95,7 em junho, ante 94,5 em maio, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira. A leitura para o G7 teve alta para 95,1, comparado a 93,9 no mês anterior.

"Os indicadores... para junho apontam para sinais mais fortes de melhora nas perspectivas econômicas das economias da OCDE em comparação ao mês anterior", afirma o organismo em comunicado.

Reuters

Juros Futuros Sobem

Os juros futuros avançaram motivados pelo relatório de emprego nos EUA em julho melhor do que o previsto. A desaceleração no corte de vagas e o recuo na taxa de desemprego foram vistos pelo mercado como um sinal positivo de reação da economia norte-americana à crise e ampliaram a percepção de que a taxa dos Fed Funds deverá subir nos próximos meses.

A perspectiva de melhora no mercado de trabalho nos EUA produziu forte movimento nos Fed Funds futuros (taxas de juros do mercado interbancário americano) e o mercado já elevou a precificação de um aperto na taxa básica de juros nos EUA. Atualmente, a taxa básica nos EUA está na faixa entre zero e 0,25% ao ano.

Na BM&F, tal avaliação levou os investidores a rapidamente reduzir posições vendidas (aposta na queda das taxas) nos DIs futuros, pressionando as taxas futuras para cima. Mas vários analistas advertem que os números do relatório do emprego nos EUA são ilusórios em relação a uma real melhora no mercado de trabalho.

Informações AE

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Petrobras receberá até 30% por pré-sal

A proposta de novo marco regulatório do petróleo que o governo pretende enviar ao Congresso nas próximas semanas vai prever que a Petrobras receberá até 30% do valor do óleo extraído como pagamento pelos serviços de perfuração nas áreas do pré-sal exploradas em regime de partilha. A maior estatal do País será operadora única nas novas reservas, conforme já informou a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Isso significa que ela será responsável, sozinha ou em conjunto, por todos os poços na região. O porcentual de pagamento à Petrobras ainda está em discussão. Os 30% foram propostos pela própria empresa mas há, no governo e no Legislativo, quem avalie que a fatia deveria ser menor. Como a proposta ainda será submetida ao Congresso Nacional, o mais provável é que seja proposto um preço com alguma “gordura”, para ser negociado. A Petrobras também quis cobrar caro para perfurar poços nas áreas mais produtivas que a União sequer convidará empresas a participar da exploração. Nelas, o governo contratará a estatal apenas para prestar serviços de perfuração. A proposta inicial apresentada pela empresa era de 60%, mas Dilma descartou esse porcentual. O novo preço ainda está em discussão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

GDP Americano

O último pregão de julho começou em baixa com os investidores digerindo o resultado da primeira prévia do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano do segundo trimestre. O PIB veio melhor do que o esperado pelos analistas, mas a abertura dos números não agradou muito.

O GDP (PIB) do segundo trimestre dos Estados Unidos teve contração anualizada de 1%, menor do que a estimativa de dos analistas de -1,5%. Segundo fontes de mercado, os dados referentes a gastos de consumo pessoal vieram mais fracos do que o imaginado, registrando queda de 1,2%. Não está descartada, no entanto, uma melhora do mercado no decorrer do dia. Só depois da abertura do pregão regular em Nova York será possível ter uma noção exata do que será o dia de hoje na Bovespa, dizem os analistas. Tudo vai depender de como o mercado vai interpretar os números do GDP.

Se prevalecer uma leitura positiva do resultado, de abrandamento da recessão, a Bovespa terá espaço para testar novamente os 55 mil pontos, nível superado ontem durante o dia. Caso contrário, a Bolsa pode até recuar em direção aos 53

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Meirelles sai em março de 2010

Revista Época

Está resolvido: Henrique Meirelles deixa o Banco Central em março do ano que vem, para entrar na disputa pelo governo de Goiás. Conforme o blog da Revista Época apurou, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está de acordo com a ideia. A dúvida de Meirelles, agora, é o partido.

Pode ser o PP, do atual governador do Estado, Alcides Rodrigues, o Cidinho, um antigo protegido do senador Marconi Perillo que rompeu com o criador e lhe ofereceu a legenda. Ou pode ser o PR, do vice-presidente José Alencar. Até setembro, Meirelles deve escolher a legenda para filiar-se dentro do prazo legal.

Meirelles nunca escondeu seus planos de assumir uma carreira política. Já era deputado federal (pelo PSDB) quando o senador Aloizio Mercadante conseguiu convencê-lo a assumir o Banco Central no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, numa época em que o real despencava e o futuro da economia era uma incógnita em função da troca de governo. Após várias recusas, Meirelles topou a oferta, correu o risco e tornou-se a principal referência da economia brasileira nos mercados internacionais. Em função do caráter benigno da crise brasileira, ele costuma ser aplaudido em encontros de seus colegas de outros países.

Sempre que fala, informalmente, de seus planos político-eleitorais, o presidente do Banco Central faz o possível para desconversar. Chega a dizer que não seria fácil encontrar um cargo capaz de lhe garantir uma posição de tanto destaque e prestígio como a atual. A observação até faz sentido, mas quem conhece os bastidores de Brasília sabe que é uma forma de Meirelles disfarçar seus projetos, numa atitude compreensível para quem ocupa uma posição estratégica e delicada na economia.

sábado, 4 de julho de 2009

Operações fraudulentas

Petróleo no pico do ano

Preço do barril chegou a US$ 73,50 em Londres na última terça-feira .
Corretora diz ter perdido quase US$ 10 mi com operações não autorizadas.

Do G1


Uma série de operações não autorizadas no mercado futuro de petróleo em Londres pode ter sido responsável pela forte alta dos preços da commodity na última terça-feira (30). Naquele dia, o preço do barril saltou mais de 2% em um minuto, alcançando a maior cotação do ano, a US$ 73,50. No final do dia, no entanto, os preços perderam força e fecharam em queda de 2,38%, a US$ 68,40 por barril.

Segundo a corretora PVM Oil, um operador fez ofertas massivas não autorizadas nesse mercado, o que pode ter provocado a alta. Com a fraude, a PVM anunciou que teve perdas de pouco menos de US$ 10 milhões.

“Como resultado de uma série de operações não autorizadas, volumes substanciais de contratos futuros foram assumidos pela PVM. Quando isso foi descoberto, as posições foram fechadas de forma organizada”, disse o diretor da empresa, Robin Bieber, ao Wall Street Journal.

O corretor da PVM em Londres teria comprado, sem autorização, entre 7 e 10 milhões de barris de petróleo do tipo Brent na manhã de terça-feira. Ao todo, mais de 16 milhões de barris foram negociados em uma hora, o equivalente a duas vezes a produção da Arábia Saudita.

Dia com segundo menor volume do ano

O feriado norte-americano paralisou o mercado doméstico de ações. O índice Bovespa, principal referência da Bolsa de Valores de São Paulo, até teve alguma oscilação, mas muito próximo da estabilidade. Os investidores não tiveram muita motivação para ir às compras, o que resultou no segundo menor volume financeiro do ano.

O Ibovespa encerrou o pregão desta sexta-feira em baixa de 0,18%, aos 50.934,69 pontos. Na semana, perdeu 1,07% e, no mês acumula baixa de 1,03%. No ano, o Ibovespa exibe ganho de 35,64% até hoje. A variação durante a sessão de hoje foi pequena, já que, na mínima, o índice tocou os 50.915 pontos (-0,22%) e, na máxima, os 51.167 pontos (+0,28%).

O giro financeiro totalizou R$ 1,674 bilhão, bem perto do registrado no dia 25 de maio passado, menor marca do ano até agora, de R$ 1,55 bilhão, também por causa de feriado (nos Estados Unidos e na Europa). Segundo um profissional do mercado de renda variável, o feriado de hoje zerou as operações de arbitragem com os ADRs (recibos de ações de empresas brasileiras negociados na Bolsa de Nova York), o que ajudou a minguar o volume financeiro.

A maior parte das ações do Ibovespa fechou no azul, mas as blue chips, os bancos e a maior parte das siderúrgicas terminaram em baixa, influenciando o resultado final do índice. No exterior, os preços de commodities metálicas fecharam sem rumo definido, enquanto o petróleo no mercado futuro recuava, mas em sessão de giro fraco. Petrobras ON cedeu 0,86%, Petrobrás PN recuou 0,74%, Vale ON caiu 0,49% e Vale PNA desvalorizou 0,43%.

Anteontem, o mercado refestelou-se nos bons indicadores divulgados ao redor do globo, mas todo o otimismo da quarta-feira se dissipou ontem, com o dado fraco sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. Esse sobe-e-desce ainda não tem prazo para acabar, ainda mais que a próxima temporada de balanços financeiros trimestrais, importante construtores de tendências, não prometem notícias muito boas.

Pelo menos esta é a expectativa dos analistas, que esperam para essa temporada números fracos. Essa expectativa baixa, entretanto, pode acabar sendo benéfica às ações, se os números forem um pouco melhores do que as previsões. Oficialmente, a safra de resultados do segundo trimestre nos EUA começa na terça-feira que vem, com os números da gigante de alumínio Alcoa.

Na Europa, hoje, os indicadores mostraram um pouco dessa indefinição. O índice dos gerentes de compra do setor de serviços caiu no Reino Unido e as vendas do varejo na zona do euro voltaram ao negativo, com queda de 0,4% em maio, ante abril. Mas o índice de gerentes de compra (PMI) composto sobre a atividade na zona do euro subiu para a máxima em nove meses.

As bolsas europeias tiveram o mesmo comportamento contraditório. O índice FTSE-100 da Bolsa de Londres subiu 0,05%, para 4.236,28 pontos, acumulando queda de 0,11% na semana. Em Frankfurt, o índice Xetra-DAX caiu 0,22%, para 4.708,21 pontos, com queda de 1,43% na semana. Na Bolsa de Paris, o CAC-40 teve alta de 0,10%, para 3.119,51 pontos, acumulando perda de 0,33% na semana. Em Madri, o índice IBEX-35 ganhou 0,67%, para 9.707,80 pontos, registrando alta de 0,22% na semana.

Para a próxima semana, encurtada pelo feriado paulista da Revolução Constitucionalista de 1932, na quinta-feira (9 de julho), a agenda um pouco mais fraca pode ser benéfica à Bolsa brasileira.

Dinheiro saindo e PF entrando

Estrangeiros tiram R$ 1,093 bilhão da Bovespa em junho

Entrada de recursos na última semana não impediu resultado.
Pessoas físicas e empresas brasileiras tiveram saldo positivo.

A entrada de recursos externos na última semana de junho limitou a tendência, mas não impediu que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechasse junho com saldo estrangeiro negativo. No mês passado, os não-residentes venderam R$ 1,093 bilhão a mais em ações brasileiras do que compraram, encerrando, assim, uma sequência de quatro meses consecutivos de saldo positivo.

Quem compensou o não-residente e sustentou o Ibovespa, que caiu apenas 3,26% em junho, foram os investidores locais. As pessoas físicas encerraram o mês com saldo positivo de R$ 1,184 bilhão, sendo que os investidores individuais terminaram o mês com saldo positivo de R$ 1,110 bilhão.

Já as empresas públicas e privadas responderam por outros R$ 2,645 bilhões em compras, enquanto os investidores institucionais fecharam o mês de junho com vendas de R$ 1,916 bilhão.

No acumulado do ano, o saldo estrangeiro ainda é recorde, positivo em R$ 10,1 bilhões. O melhor resultado até então registrado foi em 2003, quando a conta fechou positiva em R$ 7,5 bilhões.

Em junho, os estrangeiros efetuaram compras no valor de R$ 40,450 bilhões, o que equivale a 18% de todas as compras feitas no período. As vendas somaram R$ 41,543 bilhões, ou 18,49% do total.