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terça-feira, 14 de abril de 2009

Banco do Brasil


Quando anunciada a troca do presidente do banco caiu, mas hoje já começa a dar alento, fazendo uma alta de 1,42%.

É um banco muito sólido, e mercado volta a dar confiança a ação.

A reclamação do governo quanto a elevada taxa de juros praticada pelos bancos no Brasil, neste momento, está mais no discurso do que na prática.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Banco do Brasil


Que estrago, hein, queda de 8,15% hoje, fechando a R$ 17,35, por conta da troca do presidente do banco, e por declarações do nosso Presidente e do Guido Mantega de que é necessário que os bancos públicos dêem exemplo e reduzam as taxas de juros.

Sempre é válido pensar no limite entre o público e o privado. Não há nenhuma dúvida que o governo pode trocar o presidente do banco, na condição de majoritário.

Para mim, que iniciei minha vida no mercado bursátil com Banco do Brasil lá pelos idos de 1983, fica apenas a preocupação com a saúde financeira do banco. Ainda primeiro governo FHC, o Banco do Brasil quebrou, todos tivemos de aportar capital no banco, devido basicamente ao mau uso do banco. Na época, pelo que ainda me recordo, o Banco do Brasil quebrou devido a operações de financiamente agrícola, que o governo incentivava a juros baixos.

Eu não tenho mais BBAS3 depois desta malfadada experiência.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

BB pode incorporar a Nossa Caixa

O Banco do Brasil e o governo do Estado de São Paulo iniciaram negociação para a incorporação do Banco Nossa Caixa pela instituição federal. A operação depende de prévia autorização da assembléia legislativa estadual. De acordo com comunicado divulgado nesta noite, o negócio, se concluído, deve preservar os interesses do público relacionado às companhias envolvidas, incluindo empregados, correntistas, acionistas e outros parceiros.


Nossa Caixa tem o pior resultado entre os bancos brasileiros

O ano de 2007 definitivamente não foi bom para a Nossa Caixa, o terceiro maior banco de varejo do Brasil com controle estatal. Segundo levantamento da consultoria Economática, o banco teve a menor rentabilidade entre as 13 instituições de capital aberto que já divulgaram seus balanços neste ano (ver tabela abaixo). O lucro líquido caiu pelo segundo ano consecutivo, para 303 milhões de reais. Em relação a 2006, o ganho foi 33% menor. Já as ações da Nossa Caixa, que chegaram a valer mais de 50 reais no final de 2006, estão em queda livre e fecharam cotadas a 24,50 reais na última sexta-feira.

O valor é menor do que o obtido com a oferta inicial das ações da Nossa Caixa feita no Novo Mercado da Bovespa em outubro de 2005 (31 reais). Isso tudo em um período excepcional para os bancos brasileiros. Bradesco e Itaú, os dois maiores do setor privado no país, por exemplo, lucraram mais de 8 bilhões de reais em 2007, um recorde histórico. Muitas das instituições financeiras de menor porte que abriram o capital no ano passado mais do que dobraram seus lucros. Seria então a Nossa Caixa a primeira vítima brasileira da crise do subprime, que devastou balanços de bancos na Europa e nos Estados Unidos em 2007?

Continua em EXAME

sábado, 15 de dezembro de 2007

BBAS3: oferta de ações do Banco do Brasil sai a R$ 29,25

A oferta secundária de ações do Banco do Brasil, com esforço de venda no exterior, saiu a R$ 29,25 por papel e somou R$ 3,061 bilhões, após o exercício integral do lote adicional. Inicialmente, foram distribuídas 87,217 milhões de ações ordinárias, sendo 82,75% dos títulos oferecidos pela BNDESPar, braço de participações em empresas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e o restante distribuído pela Previ, plano de previdência complementar para funcionários do banco. O lote adicional foi de 17,443 milhões de ações, elevando a distribuição para 104,660 milhões de papéis.

A operação ainda poderá ser acrescida de 13,082 milhões de papéis (15% sobre o inicialmente oferta) a título de lote suplementar, sendo 82,75% de propriedade da BNDESPar e o restante da Previ.

As ações da oferta começam a ser negociadas no Novo Mercado da Bovespa na próxima segunda-feira (dia 17), sob o código BBAS3. A liquidação da operação está estimada em 19 de dezembro e em 11 de janeiro será encerrado o prazo para o exercício do lote suplementar. A publicação do encerramento está prevista para 22 de janeiro.

O coordenador líder da operação é a BB Investimentos, tendo como demais coordenadores o UBS Pactual, Deutsche Bank, Banif Investment Banking, Espírito Santo Investment, Banco do Nordeste e Safra.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

BBAS3 - Banco do Brasil ON

Para quem está em dúvida se deve aderir ou não à oferta pública:

Pelo seu cunho governamental, querendo se tornar mais comercial, é difícil concorrer com pesos pesados como Bradesco, Itau, Unibanco... não é nenhuma Brastemp! Dizem que a oferta vai contemplar os funcionários e clientes do banco com descontos de até 10%. Parece liquidação!!!

O valor patrimonial e as margens brutas aumentam a passos curtos, natural para um setor bancário que eleva constantemente as tarifas pelos serviços cobrados. O PL até que é razoável (15). Sua eficiência que não é das melhores, mas a forte campanha de popularização deve ter atingido seu público alvo: o João, a Maria, o José... será que o dinheiro do Lula também fica guardado lá?



Pelo gráfico diário, o ativo respeitou sua LTA e chegou ao topo da congestão. O volume foi bom nesta puxada. Resta saber como vão se comportar as cotações depois da colocação de mais este lote de papéis no mercado. Passando de R$32, pode tentar beliscar os R$40. Cada um é cada um na hora de decidir onde investir suas economias... a responsabilidade deve ser sempre do dono!

Recomendo, em complemento, a leitura do artigo postado por Conrado Navarro em seu blog Dinheirama, que aborda com bastante clareza e simplicidade outros aspectos de grande importância que dizem respeito à esta oferta do Banco do Brasil.

Att
LB