sábado, 28 de fevereiro de 2009
Citibank
Se tiverem dinheiro, comprar a operação do Citi no Brasil seria a chance de ouro para tentar igualar a briga do Itau-Unibanco e Santander-Abn.
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Banco descarta vender rede de agências no país
TONI SCIARRETTA
DA REPORTAGEM LOCAL
O Citi descarta vender a operação brasileira mesmo com o aumento da participação do governo americano em seu capital, afirma Gustavo Marin, presidente do banco no país. Para analistas, um enfraquecimento do indiano Vikram Pandit, presidente mundial do Citi, pode levar à venda do banco no país. Pandit é visto como defensor da presença no Brasil e nos demais emergentes. Marin nega que o Citi tenha perdido negócios e executivos importantes no Brasil por conta da crise na matriz.
Folha de São Paulo
sexta-feira, 7 de março de 2008
Bradesco vira líder em home broker
Inicialmente, as estruturas das corretoras Bradesco e Ágora serão mantidas independentes. “Não vai mudar nada, nem para os funcionários, nem para os clientes”, disse o presidente do Bradesco, Márcio Cypriano, destacando que não haverá canibalização. “As duas corretoras têm mostrados resultados muito bons na conquista de clientes. Não há motivos para eliminar um dos dois modelos”, afirma.
Segundo Cypriano, menos de 10% dos investimentos no Brasil são feitos em ações. Nos Estados Unidos, esse valor ultrapassa os 60%. “Temos, portanto, um mercado com grande potencial de crescimento e essa expansão deve ser acelerada”, diz. A instituição, no entanto, não deve lançar promoções para atrair clientes. "Os valores de corretagem em ambas as corretoras permanecerão os mesmos, e todos os serviços que são oferecidos hoje serão mantidos."
Dos 830 milhões de reais envolvidos no negócio, 500 milhões de reais referem-se à corretora e 330 milhões de reais às ações da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e da Bolsa de Mercadoria & Futuros (BM&F) detidas pela Ágora. As instituições negociavam desde o ano passado e, no acordo firmado nesta quinta-feira (6/5), ficou definido que o pagamento será feito por meio de ações do Bradesco Banco de Investimentos (BBI). Dessa forma, os ex-donos da Ágora passam a deter 8% de participação no BBI e, caso desejem se desfazer das ações, o Bradesco terá prioridade na compra dos papéis.
A operação, de acordo com o diretor de Relações com Investidores do Bradesco, Milton Vargas, não deverá afetar as ações do banco na Bovespa. “Dados os resultados da Ágora, o impacto da compra no balanço deve ser neutro no primeiro ano e gerar ganhos a partir do segundo ano”, afirma.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Bradesco PN -BBDC4


Os acionistas poderão utilizar créditos de juros sobre capital próprio complementares e dividendos para subscrever as ações. O banco informa que distribuirá, à base acionária de 28 de dezembro de 2007, juros sobre capital no valor bruto de R$ 0,54 por ação ordinária e R$ 0,59 por ação preferencial, além de dividendos de R$ 0,40 por ação ordinária e R$ 0,44 por ação preferencial. O pagamento, que ainda será submetido ao conselho de administração em reunião no próximo dia 28, ocorrerá em 17 de março, a mesma data prevista para a integralização de 100% do valor das ações subscritas.
Além desse aumento de capital no valor de R$ 1,2 bilhão, realizado por meio da emissão de novas ações, o Bradesco elevará o capital em mais R$ 2,8 bilhões com reservas, para R$ 23 bilhões. Os acionistas do banco serão bonificados com uma ação nova para cada duas ações de mesma espécie. Também terão direito à bonificação, na mesma proporção, os detentores de recibos de depósito de ações (ADRs) nos mercados norte-americano e europeu. A data-base de direito à bonificação ainda está em aberto. (AE)