Mostrando postagens com marcador sdia4. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sdia4. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 31 de março de 2009

Sadia

Vamos ver se agora desenrola finalmente.


O presidente do conselho de administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan, disse ontem que espera uma decisão sobre as conversações para eventual fusão com a Perdigão até junho próximo. A afirmação foi feita em conversa com jornalistas depois de Furlan participar de encontro com analistas, em São Paulo, para apresentar os resultados da empresa em 2008.

Quando questionado sobre o que estava emperrando as negociações com a Perdigão, Furlan disse que se trata de uma "relação de troca, de como se vai compor a participação das duas empresas numa situação futura". Indagado se o problema era preço respondeu que não, " porque ninguém está vendendo nada". A Perdigão, que já admitiu ter negociado com a Sadia, mas que na semana passada disse que não havia mais negociações em andamento, preferiu não se manifestar ontem.

Sobre uma possível injeção de recursos do BNDES, Furlan disse que a pergunta deveria ser dirigida "ao diretor" do banco de fomento. Também foi questionado se o BNDES impunha alguma condição à Sadia. "Que eu saiba, não", respondeu.

Valor

sábado, 28 de março de 2009

Sadia

O prejuízo alto já era esperado.
A questão agora é como a Sadia vai honrar seus compromissos financeiros em 2009. Há vencimentos de R$1.4 bi no primeiro semestre mais R$2 bi no segundo semestre.

--------------------------------------------------------------------------------------

A Sadia anunciou ontem prejuízo de R$ 2,5 bilhões em 2008. As perdas foram causadas principalmente por conta da alta do dólar após setembro, que incidiu em operações da empresa com derivativos cambiais (títulos financeiros atrelados ao dólar).
Nos últimos três meses do ano, o prejuízo da Sadia foi de R$ 2,042 bilhões. Por conta da nova legislação, a empresa foi obrigada a antecipar em seu resultado do ano passado as perdas que registrará em 2009. Sem essa obrigação, o prejuízo seria de R$ 468 milhões no ano.
Mesmo assim, as despesas financeiras do ano passado somaram R$ 3,9 bilhões. Só os derivativos representaram R$ 2,550 bilhões desse total.
A empresa afirmou que tinha depositado, para atender aos pagamentos desses derivativos, em dezembro, R$ 1,7 bilhão, além de R$ 1 bilhão em caixa. Com vencimento de alguns contratos de derivativos, os depósitos hoje chegam a R$ 1 bilhão e o caixa está em R$ 900 milhões.
"A empresa não corre risco de insolvência", diz Gilberto Tomazoni, presidente da Sadia. "Renovamos os empréstimos e temos o caixa sob controle."

sexta-feira, 27 de março de 2009

Sadia e Aracruz

Os investidores conhecerão hoje dois dos balanços mais aguardados da atual safra de resultados. Aracruz e Sadia divulgarão seus números para o mercado, antes e depois do fechamento do pregão da bolsa paulista, respectivamente. Trata-se das duas companhias de capital aberto que sofreram as maiores perdas com derivativos cambiais alavancados. A expectativa é de que as duas anunciem os maiores prejuízos de sua história.

A intensidade das perdas foi tão grande que ambas as empresas tiveram de buscar alternativas fora de casa para a sobrevivência dos negócios.

A Aracruz já selou seu futuro com a aquisição pela Votorantim Celulose e Papel (VCP), além de ter transformado o problema dos derivativos numa dívida de longo prazo, para ser honrada em nove anos, após uma longa negociação com os bancos. Já a Sadia ainda vive o nervosismo de buscar uma saída para o aperto das finanças.

No caso da Aracruz, antes mesmo de as perdas serem conhecidas, já havia uma negociação pública para união com a VCP. A expectativa é de que a junção das companhias, com a incorporação da Aracruz pela VCP, esteja completa até meados do ano.

A Sadia, por sua vez, ainda está em busca de concretizar as medidas que podem aliviar a pressão dos vencimentos dos contratos, que possuem acertos mensais até setembro deste ano. A companhia tenta levantar recursos com a venda de ativos não operacionais, o que inclui o banco e a corretora Concórdia, e até mesmo de unidades menos rentáveis, como seria o caso da operação na Rússia. O entendimento é de que a companhia necessite de R$ 3,5 bilhões até setembro. Somente neste ano a administração vem tentando travar a perda e alongar os prazo de pagamento.

Além disso, procura uma capitalização por um novo sócio ou a união com a Perdigão. Esse capítulo ainda está em aberto e as companhias têm discursos opostos. Enquanto a Sadia afirma que as conversas com a concorrente ainda estão ocorrendo, a Perdigão diz que houve conversas, mas a ausência de um consenso sobre as condições interrompeu as negociações. As famílias controladoras da Sadia queriam ter uma fatia de 10% da empresa resultante, o que foi considerado excessivo pelo grupo que administra a Perdigão - seis fundos de pensão com cerca de 36% do capital da empresa.

Posições divergentes sobre o assunto foram oficialmente divulgadas pelas empresas na segunda-feira, dia 17. A Sadia, aflita por uma solução, dava a entender a existência de conversas com a concorrente. Já a Perdigão, que acredita que o tempo esteja ao seu favor, informou que houve contato, mas o processo foi interrompido pela falta de acordo.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Sadia

Será impressionante se realmente o resultado chegar a casa dos R$6bi (no 9M08 tinha acumulado prejuízo na casa dos R$650 milhões). Teriam de ter gerado prejuízos de mais de R$5bi só no último trimestre. Na reportagem, não se cita qual a fonte desta estimativa.

A reportagem também fala em 'governo' de forma abstrata, sem dizer quem seria a autoridade que considera que a empresa não tem salvação.

Tudo, na verdade, faz parte do jogo em busca da sobrevivência da empresa, para ajuda do governo federal e mesmo de uma possível venda da empresa.


----------------------------------------------------------------------------------------
A Sadia, uma das maiores multinacionais brasileiras, não tem salvação. A avaliação, como mostra reportagem do Globo, nesta quarta-feira, é do governo federal, que vê na venda dos ativos para a Perdigão a única saída para evitar danos à economia nacional. Segundo projeções que circulam no mercado, a Sadia deverá registrar prejuízo em 2008 na casa de R$ 6 bilhões. Ele é fruto das perdas com operações de derivativos, que vieram à tona com o agravamento da crise financeira global, a partir de setembro. Na segunda-feira, a Sadia admitiu a retomada das conversas com a Perdigão .

http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/03/17/para-governo-unica-saida-da-sadia-ser-comprada-pela-perdigao-754885657.asp

O Globo

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Sadia


De como uma boa empresa pode ser destruída por um gestor ruim e ganancioso.
Pior que o pequeno acionista tem pouco a fazer neste caso, a não ser assumir o prejuízo, levantar a cabeça e tentar seguir em frente.

E o futuro da Sadia? Ajuda do governo, ajuda dos bancos ou ser comprada pela Perdigão?

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Sadia

Agora, as 14:00h, papel em queda de 1,5%.
Os investidores não confiaram na reportagem abaixo.

Sexta maior exportadora do país e um das empresas mais prejudicadas pela crise por sua exposição com derivativos de câmbio, a Sadia é um dos poucos grandes exportadores brasileiros que mantém relativo otimismo para 2009. A empresa não acredita em redução do volume exportado de carne de frango e conta com um trunfo importante: a abertura do mercado chinês.

"A China pode ser a grande alavanca da exportação de frango do Brasil em 2009", disse Gilberto Xandó, diretor vice-presidente de mercado externo da Sadia. Anunciada recentemente pelo Ministério da Agricultura, a abertura do mercado chinês era aguardada pelo setor, mas falta a regulamentação. "Na China, é tudo muito burocrático, mas estamos otimistas."

A Sadia admite que os preços do frango devem baixar este ano. Segundo a empresa, os importadores tendem a reduzir as compras e consumir os estoques no primeiro trimestre, devido à dificuldade de obter crédito. No decorrer do ano, a situação vai se normalizar. "Não acreditamos em redução do consumo de frango. Pode crescer menos, mas no geral não vai cair."

Para a empresa, o maior problema ocorrerá na Europa, onde o consumo pode recuar por conta da recessão. No entanto, as vendas ainda devem crescer para mercados como Oriente Médio, Rússia e China. "O frango continuará o grande vencedor na briga da proteína", disse Xandó. (RL)

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Sadia

Depois do desastre com derivativos, a Sadia ficou severamente penalizada. Preço, que tem TH por volta de R$13, vale hoje uns R$3.

Algum tempo atrás, a Sadia tentava comprar a Perdigão. Não deu em nada.
Taí um momento bom para olhar os balanços da Sadia, e tentar ver os fundamentos da empresa. E tentar analisar como vão agir os atuais dirigentes e gestores da empresa.

Por enquanto, vamos vendo pipocar na mídia notícias sobre interesse de fundos de private equity, ou mesmo de uma fusão com a Perdigão.

Sinal de que a empresa realmente está 'baqueada' e que pode estar barata.

Agora as 11:36h, SDIA4 em leilão, indicando alta de mais de 8%.
--------------------

A Nestlé vendendo frango? Sim. Essa foi a última "aposta" do mercado de capitais nos últimos dois dias. Um boato de que a multinacional suíça iria comprar a fragilizada Sadia S.A. fez as ações da companhia brasileira acumularem alta de 15% nos últimos dois pregões na BM&FBovespa, mais que o dobro dos 6,67% da variação do Ibovespa no mesmo período. As duas empresas negaram o rumor que, não se sabe como exatamente começou, mas foi mais amplamente difundido no mercado depois que foi publicado em um blog na internet na última segunda-feira. "Digamos que a temporada de boatos está aberta. Outros devem surgir. As empresas estão muito debilitadas com essa falta de crédito. Trata-se, portanto, de um ambiente propício para esse tipo de operação, como fusões e aquisições, e, obviamente, para o surgimento e propagação desses boatos", explica José Eduardo Amato Balian, professor do Departamento de Economia da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Sadia

A Sadia anunciou que vai aplicar mais R$ 308 milhões na segunda etapa de sua unidade agroindustrial em instalação em Lucas do Rio Verde (350 km de Cuiabá). De acordo com a empresa, o investimento permitirá atingir até 2011 uma meta anual de abates de 145 milhões de aves e de 2,5 milhões de suínos.
O projeto, que prevê a instalação de unidades de abate e uma fábrica de industrializados, abrange um orçamento total estimado R$ 800 milhões.