domingo, 1 de junho de 2008

GazetaInveste - Anbid lança site para avaliação de fundos

Os investidores podem contar a partir de hoje com uma nova ferramenta de avaliação dos fundos de investimento. Trata-se do site de finanças pessoais "Como investir", lançado ontem pela Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento), que permitirá ao investidor pessoa física comparar os fundos disponibilizados pelos seus associados.

No portal, os investidores poderão encontrar a ferramenta "Escolha seu Fundo", que permite ao investidor escolher e comparar características e desempenhos dos diversos fundos disponíveis no mercado. "Com isso, o internauta terá mais condições e um recurso extra para definir a aplicação que mais se encaixe ao seu perfil de investimento", diz Marcos Villanova, coordenador da Comissão de Distribuição de Produtos no Varejo da Anbid.

As buscas podem ser feitas pelo nome do fundo, tipo, administradores, gestores, valor inicial de aplicação, entre outros, que ajudarão o investidor a encontrar a aplicação mais adequada ao seu perfil. Já a ferramenta de comparação permite que ele avalie as características dos fundos que está interessado em aplicar.

Os investidores podem acessar o portal pelo endereço www.comoinvestir.com.br/investidor.
O portal de educação financeira da Anbid aborda desde temas de finanças pessoais até assuntos ligados ao mercado financeiro.

(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados)

Fundos de pensão avaliam investimento no Brasil

A segunda classificação de grau de investimento, obtida ontem pelo Brasil, vai apressar a entrada de novos investidores estrangeiros no País e deve promover uma nova onda de aberturas de capital quase tão grande quanto a registrada no ano passado, quando 64 empresas fizeram IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial de ações), captando R$ 55,64 bilhões, dos quais de 70% a 80%, em recursos estrangeiros.

Segundo Roberto Gonzalez, professor da Trevisan Escola de Negócios, desde que o Brasil recebeu o primeiro grau de investimento (no dia 30 de abril último) cerca de 100 fundos de pensão dos Estados Unidos, Canadá e Europa estavam analisando o mercado de capitais brasileiro. A obtenção da segunda classificação de grau de investimento, em menos de um mês, deverá apressar os estudos, afirma. Muitos fundos de pensão têm restrições e só podem acessar mercados de países que tenham mais de uma classificação de grau de investimento.

Para o professor a entrada desses investidores de longo prazo, que hoje controlam o fluxo internacional de capitais, muda o perfil do investidor estrangeiro que atua no mercado brasileiro.

No curto prazo, o segundo grau de investimento vai alavancar as aplicações de estrangeiros que já estão no País, opina Roberto Cortese, responsável pela área de custódia internacional do HSBC.

Ele acredita que o volume de recursos que poderá vir para o Brasil é superior ao que já veio até agora. Segundo estatística da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) no final de abril o fluxo era de US$ 75,79 bilhões.

(Gazeta Mercantil/Finanças & Mercados)

sábado, 31 de maio de 2008

Schincariol descarta abrir capital para manter agilidade em decisões

A direção do grupo Schincariol descartou nesta sexta-feira a possibilidade de abrir capital no mercado acionário por entender que, se mantendo fechada, tem mais agilidade para a tomada de decisões. A companhia inaugurou hoje sua 14ª unidade, localizada em Horizonte (CE).

"Não precisamos abrir capital. Temos a estratégia de manter a agilidade nas decisões. Quando é necessário, reunimos a família e decidimos", afirmou Adriano Schincariol, membro do Conselho de Administração da empresa.

Ele e o primo Gilberto Schincariol Junior contaram que já tomaram decisões de negócios em cerca de 40 dias.

O presidente da empresa, Fernando Terni, afirmou ainda que, com o capital fechado, a empresa não precisa fornecer todas as informações sobre os resultados e nem antecipar publicamente as metas da companhia.

A Schincariol é a segunda cervejaria do país, com participação de 12,9% no mercado nacional. Em 2007, a empresa fechou com receita bruta de R$ 4,5 bilhões, alta de 24% sobre 2006, e lucro líquido de R$ 114,1 milhões.

O grupo produz 4 bilhões de litros de bebidas no ano --incluindo cervejas, sucos, refrigerantes e águas-- em 13 Estados.

Adriano Schincariol informou que, nos últimos anos, a empresa cresceu entre 20% e 25% e que tem fôlego para manter esse ritmo "por muito tempo".

Investimento

A empresa pretende investir mais de R$ 1 bilhão neste ano, incluindo a nova unidade e as recentes aquisições da Cintra (R$ 39 milhões) e da Eisenbahn (valor não informado).

A empresa também registra recente entrada no sistema de franquias (como bares temáticos) da Devassa, e, em breve, da Baden Baden --marcas adquiridas pela Schincariol no ano passado.

Nos últimos dois anos anos, a Schincariol adquiriu cinco marcas. No ano passado, além de Baden Baden e Devassa, a empresa também comprou a pernambucana Nobel.

Neste ano já foram duas (Cintra e Eisenbahn). E o presidente da empresa, Fernando Terni, informou que a empresa analisa 'novas oportunidades', incluindo opções fora do ramo de bebidas, sem especificar as áreas.

Folhaonline

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Mais um postando por aqui!

Bom dia a todos!

Este espaço vem sendo mantido ativo pelo Seagull, que me deu a oportunidade de participar com minhas contribuições aqui neste blog LB-Lucrando na bolsa.Eu estou bastante envolvido com o Monitor Financeiro (http://www.monitorfinanceiro.net/), mas na medida do possível estarei postando por aqui.

Aproveitando, o MonitorFinanceiro (MF) está tendo alguns problemas técnicos desde ontem à noite, mas deve voltar a funcionar muito brevemente.

E já começo agradecendo a todos os amigos, que freqüentam regularmente o MF.
E um agradecimento especial a todos que prestigiaram nossas parcerias comerciais com submarino.com.br , Livraria Cultura, americanas.com.br. O dinheiro é pouco, mas a nossa satisfação é enorme!

wil123

Primeira IPO depois do IG


OGX Petróleo e Gás estrutura a primeira oferta pública de ações após o grau de investimento.



A empresa de Eike Batista, fará uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) de 4.945.382 ações ordinárias no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), segundo prospecto preliminar da operação publicado hoje nos jornais. O preço sugerido por ação vai de R$ 883 a R$ 1.131. Assim, a operação pode somar, em média, R$ 4,98 bilhões.

A quantidade de ações da oferta inicial poderá ser acrescida em até 15%, ou 741.807 ações, em opção de lote suplementar concedida pela OGX ao banco Credit Suisse, um dos coordenadores da operação. Há ainda opção para ações adicionais equivalentes a 20% da oferta inicial, ou 989.076 ações. O banco coordenador líder é o UBS Pactual.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

O conservadorismo da Weg chega à Índia

A Weg está prestes a dar mais um passo importante na sua trajetória de internacionalização. Nesta segunda-feira (26), a fabricante de motores elétricos com sede em Jaraguá do Sul (SC) anunciou que vai aplicar US$ 50 milhões na construção de uma nova fábrica fora do Brasil – desta vez, na Índia, mais precisamente na cidade de Hosur, na vizinhança do pólo industrial de Bangalore. O objetivo da companhia é explorar o mercado indiano, que é hoje um dos principais destinos de suas vendas de motores trifásicos e de geradores elétricos. “A Índia é um dos mercados que mais crescem no setor de energia. Nós vínhamos sentindo esse crescimento nas nossas exportações para lá. Agora, queremos aproveitar esse potencial mais de perto”, resume Alidor Lueders, diretor Administrativo e de Relações com Investidores da Weg.

A notícia não chega a ser surpreendente. Desde o início desta década, a internacionalização da Weg segue uma trajetória, até certo ponto, previsível. Antes de abrir uma fábrica, a companhia testa o mercado em duas etapas: a primeira, por meio das exportações; a segunda, por meio de uma subsidiária local – basicamente, um centro de distribuição com uma equipe de vendas. A fábrica propriamente dita só entra em cena se os resultados obtidos nas duas fases anteriores forem consistentes. Na Índia, por exemplo, a Weg já mantinha uma subsidiária desde 2004 – e com resultados animadores, segundo Lueders. “Essa é uma característica nossa. Nós procuramos sempre conhecer o mercado, saber se é conveniente, se tem bom potencial, etc”, descreve.

Atualmente, a companhia mantém outras duas subsidiárias no Oriente – uma na Rússia e outra em Dubai, nos Emirados Árabes. A reserva para novos investimentos é farta: dos R$ 520 milhões previstos para este ano, apenas R$ 80 milhões foram utilizados até agora. Lueders ressalta, porém, que não há nenhuma definição sobre qual desses dois mercados abrigará a próxima fábrica da Weg. A decisão, diz, será tomada com base nos resultados. Isso significa que até mesmo a Índia poderá receber uma segunda rodada de investimentos antes da Rússia ou de Dubai, caso os números apontem nessa direção. “Esse conservadorismo é um dos traços que mais favorecem a Weg.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

BB pode incorporar a Nossa Caixa

O Banco do Brasil e o governo do Estado de São Paulo iniciaram negociação para a incorporação do Banco Nossa Caixa pela instituição federal. A operação depende de prévia autorização da assembléia legislativa estadual. De acordo com comunicado divulgado nesta noite, o negócio, se concluído, deve preservar os interesses do público relacionado às companhias envolvidas, incluindo empregados, correntistas, acionistas e outros parceiros.


Nossa Caixa tem o pior resultado entre os bancos brasileiros

O ano de 2007 definitivamente não foi bom para a Nossa Caixa, o terceiro maior banco de varejo do Brasil com controle estatal. Segundo levantamento da consultoria Economática, o banco teve a menor rentabilidade entre as 13 instituições de capital aberto que já divulgaram seus balanços neste ano (ver tabela abaixo). O lucro líquido caiu pelo segundo ano consecutivo, para 303 milhões de reais. Em relação a 2006, o ganho foi 33% menor. Já as ações da Nossa Caixa, que chegaram a valer mais de 50 reais no final de 2006, estão em queda livre e fecharam cotadas a 24,50 reais na última sexta-feira.

O valor é menor do que o obtido com a oferta inicial das ações da Nossa Caixa feita no Novo Mercado da Bovespa em outubro de 2005 (31 reais). Isso tudo em um período excepcional para os bancos brasileiros. Bradesco e Itaú, os dois maiores do setor privado no país, por exemplo, lucraram mais de 8 bilhões de reais em 2007, um recorde histórico. Muitas das instituições financeiras de menor porte que abriram o capital no ano passado mais do que dobraram seus lucros. Seria então a Nossa Caixa a primeira vítima brasileira da crise do subprime, que devastou balanços de bancos na Europa e nos Estados Unidos em 2007?

Continua em EXAME

quarta-feira, 14 de maio de 2008

EBX pode ter até 14,5% da IdeiasNet

O grupo EBX, holding que agrega os negócios do empresário Eike Batista, pode ficar com uma participação indireta de 6,5% a 14,5% do capital da IdeiasNet, segundo os termos do aumento de capital aprovado pelo Conselho de Administração da empresa de investimentos na internet em reunião realizada ontem à noite e com base na composição acionária disponível em seu site.A administração da IdeiasNet aprovou o aumento do capital social da companhia por subscrição particular, no valor total de R$ 100,5 milhões, com a emissão de 15 milhões de novas ações ordinárias, sem valor nominal, ao preço de emissão de R$ 6,70. Segundo comunicado ao mercado divulgado hoje, a totalidade do aumento de capital tem garantia firme de subscrição e integralização pela Centennial Asset Mining Fund LLC, empresa ligada ao grupo EBX. A garantia firme de subscrição está condicionada a que ao menos 45% das ações a serem emitidas em decorrência do aumento de capital da IdeiasNet estejam livres para a Centennial.


Atualmente, de acordo com informações no site da IdeiasNet, o capital da empresa é formado por mais de 88,106 milhões de ações. Os principais acionistas são Truetech Participações Ltda (6,46%), UBS Prestige (9,24%), Lorentzen Empreendimentos (7,40%) e Fundos Mercatto (9,12%). Os demais acionistas têm hoje 67,78% do capital da IdeiasNet.Com a operação de aumento de capital, a empresa passará a ter pouco mais 103,106 milhões de ações. A Centennial ficará com entre 6,750 milhões e 15 milhões de ações, considerando a subscrição mínima de 45% e a totalidade das novas ações. A IdeiasNet respeitará o direito de preferência dos demais acionistas, no prazo de 30 dias a partir da data de publicação do aviso na imprensa. Hoje, às 12h, as ações da IdeiasNet saltavam 15,2% na Bovespa, para R$ 7,55. Pelo preço atual, o acionista comprará as novas ações a que tem direito no aumento de capital com deságio de 12,7%.

Fonte: EXAME

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Além do lucro de R$ 6,925 bi no trimestre...

Petrobras é a 3ª maior companhia aberta de petróleo

A Petrobras ultrapassou a Royal Dutch Shell em valor de mercado e se tornou a terceira maior companhia aberta de petróleo e gás do mundo, de acordo com executivos da companhia e fornecedores de dados financeiros. A maior empresa aberta de hidrocarbonetos do mundo continua sendo ExxonMobil, seguida pela produtora de gás russa Gazprom, que também tem significativa produção de petróleo.

Quando o mercado fechou na sexta-feira (09), a Petrobras tinha um total de capitalização de mercado de US$ 264 bilhões, segundo informações do departamento de relações com investidores da companhia passadas à agência de notícias Dow Jones. O governo brasileiro possui 58% de participação nas ações com direito de voto da companhia, mas apenas 32% de suas ações totais.

A Exxon atualmente tem capitalização de mercado de US$ 472 bilhões, enquanto Gazprom tem US$ 360 bilhões. Executivos da Shell procurados pela Dow Jones não puderam fornecer dados imediatamente sobre o assunto, mas, de acordo com o site Yahoo! Finance, a atual capitalização de mercado da companhia é de US$ 252 bilhões. A agência Bloomberg também informa US$ 252 bilhões como a capitalização de mercado da Shell.

A Dow Jones não conseguiu contactar a PetroChina, a outra companhia de petróleo que compete pelo quarto lugar no ranking. O valor de mercado da companhia é de US$ 250 bilhões, de acordo com o Yahoo! Finance, ou de US$ 253 bilhões, de acordo com a Bloomberg.

As ações da Petrobras atualmente são negociadas em São Paulo, Nova York, Madri e Buenos Aires.

Os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) da Petrobras na Bolsa de Valores de Nova York subiram 158% nos últimos 12 meses, enquanto na Bolsa de Valores de São Paulo avançaram 108%. O forte desempenho veio juntamente com a alta dos preços do petróleo e uma série de grandes descobertas de reservas no Brasil. As informações são da Dow Jones. (AE)


sábado, 10 de maio de 2008

BOVH3 tem lucro trimestral de R$ 147,6 mi


A Bovespa Holding registrou lucro líquido consolidado de R$ 147,597 milhões no primeiro trimestre de 2008, mostrando evolução de 94,9% quando comparado ao resultado combinado do primeiro trimestre do ano passado. A Bolsa explicou que as demonstrações financeiras do primeiro trimestre de 2007 consideram aspectos societários, fiscal e tributário e os gastos com a desmutualização, processo pelo qual a Bovespa Holding passou para poder abrir seu capital. E foram elaboradas para prover informações que permitam análise retrospectiva das operações e sejam comparáveis com as demonstrações financeiras consolidadas de 31 de março de 2008.

A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortizações, na sigla em inglês) do primeiro trimestre de 2008 totalizou R$ 186,1 milhões e foi 127,5% maior do que o contabilizado nos primeiros três meses do ano passado. A margem Ebitda, uma medida de rentabilidade (razão entre o Ebitda e a receita líquida) foi de 74,6%, contra 57,9% no ano passado.

A receita líquida totalizou R$ 249,426 milhões, com avanço de 76,4%. O resultado operacional atingiu R$ 181,821 milhões, com expansão de 134,6%. A empresa teve resultado financeiro de R$ 39,407 milhões, com avanço de 10,4%.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Depois do Investment Grade

Aconteceu na Rússia – acontecerá no Brasil também?

Em 2003, a Rússia conquistou o “grau de investimento” pela primeira vez, a partir de uma avaliação da Moody’s. Na época, a notícia não alterou muito o fluxo de investimentos estrangeiros para a economia russa – até porque o mercado já vinha se antecipando a ela. Nesta segunda-feira, porém, Vladimir Putin promulgou uma lei que restringe o fluxo de investimento estrangeiro em 42 setores estratégicos para a Rússia, tais como petróleo e gás. A decisão, claro, foi inesperada – especialmente por ter sido tomada no penúltimo dia de mandato de Putin. E deixou uma pergunta no ar: será que o Brasil, recém-incluído no grupo das economias mais confiáveis do planeta, terá de seguir um caminho semelhante ao da Rússia – e tomar medidas para conter a euforia de investidores estrangeiros?

Carlos Serapião Jr., diplomata licenciado e empresário da área de petróleo e gás em Moscou, é categórico ao afirmar que não. Para ele, a restrição russa ao investimento estrangeiro não tem relação direta com a obtenção do “grau de investimento”. “[A decisão de Putin] é um tema ligado à segurança nacional, de defender os frutos de recursos minerais estratégicos e tecnológicos”, explica Serapião.

Não por acaso, destaca ele, os investidores com recursos aplicados na Rússia receberam bem a notícia das restrições. “A lei mostra que o país passará a ter regras claras sobre o assunto. Coisa que o Brasil também deveria ter”, resume. Pela nova legislação, as companhias estrangeiras precisarão de uma autorização oficial do Kremlin para adquirir mais de 50% de qualquer empresa considerada estratégica para a economia russa. Serapião acredita que o caso do Brasil é distinto. Aqui, diz ele, esse tipo de limitação dificilmente seria imposta pelo governo. “A realidade de segurança nacional, no Brasil, é bem diferente da russa ou da norte-americana. O Brasil deveria, sim, ter uma instância de governo que analisasse os projetos de investimento direto estrangeiro sob a ótica da segurança nacional”. Mas isso, diz Serapião, não deverá acontecer tão cedo.

Fonte: News Amanhã

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Bolsa tem 3º recorde seguido de pontuação

Quem imaginou que a disparada de 8,7% nos dois últimos pregões da semana passada serviria de justificativa para a Bovespa passar por uma realização de lucros se enganou. Ela até ocorreu no intraday, na segunda linha e com a realocação de carteiras pelos gestores. Mas foi um evento muito pequeno e que não impediu a Bolsa doméstica de registrar seu terceiro recorde consecutivo e encerrar o pregão pela primeira vez na história no patamar de 70 mil pontos.

O Ibovespa subiu 1,17% e fechou em 70.174,9 pontos, acumulando em maio ganho de 3,40% e, no ano, de 9,84%. Após o investment grade, subiu 9,95%. Hoje, o índice oscilou entre a mínima de 69.366 pontos (estabilidade) à máxima de 70.435 pontos (+1,54%). O volume financeiro também cresceu: R$ 7,068 bilhões (preliminar). Em abril, a média diária foi de R$ 6,233 bilhões, de acordo com o site da Bovespa.

Nem mesmo a queda das bolsas norte-americanas impediu a Bovespa de seguir a alta trilhada após o anúncio do investment grade pela S&P, na última quarta-feira. A baixa, justificaram os operadores, decorreu basicamente da queda dos papéis do Yahoo!, após a Microsoft retirar sua oferta de compra pela empresa. A disparada do petróleo, que bateu mais um recorde, também pesou sobre as ações, mas o ISM Serviços serviu de contraponto positivo ao subir mais do que era previsto e situar-se na faixa de 50, o que significa expansão do setor (em abril, o índice sobre a atividade no setor de serviços subiu para 52,0, de 49,6 em março - a expectativa era 49,8).

O petróleo, ao longo da sessão, bateu em US$ 120,21, mas saiu das máximas e fechou no recorde em US$ 119,97, com elevação de 3,14%. A alta foi puxada pela demanda, por novas notícias de problemas com a oferta na Nigéria, maior exportador do produto da África, e planos de greve num porto francês.

No Brasil, a alta do petróleo favoreceu a blue chip Petrobras. As ações ON subiram 2,5% e as PNs, 1,98%. Vale, outra blue chip, também subiu. Hoje, a empresa anunciou um contrato para comprar os direitos minerários e de superfície pertencentes à Mineração Apolo nas cidades de Rio Acima e Caeté (MG).

Na avaliação de um analista,“o Brasil virou o centro das atenções”, e muita gente que não pegou a alta ainda vai aproveitar esse bonde. Desta forma, uma realização de lucros significativa precisaria de um argumento muito forte que, segundo ele, pode ser dado pelo governo brasileiro caso ele venha mesmo a adotar medidas para desestimular a entrada de capital especulativo. O governo, por meio do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, negou a possibilidade de hoje. Segundo ele, há muita especulação sobre o assunto. “É preciso primeiro esperar o ingresso de recursos acontecer”.

Dessa forma, a realização que ocorreu hoje foi setorizada, com os investidores realocando suas carteiras, trocando de papéis. Os bancos, nessa mudança, foram prejudicados e fecharam em baixa. As ações voltadas ao mercado doméstico, como construção e consumo, foram destaques. (AE)

ADRs de brasileiras sobem em NY

Nada como um investment grade. Dos 47 papéis brasileiros negociados em Nova York, 43 registraram alta na semana transcorrida entre 25 de abril e 2 de maio. A construtora Gafisa foi destaque de alta entre os American Depositary Receipts (ADRs) brasileiros. De acordo com o banco de investimento Merrill Lynch, as empresas brasileiras mais beneficiadas são as relacionadas a consumo doméstico, as do segmento de infra-estrutura e as alavancadas.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Grau de investimento para o Brasil

Que o Brasil conquistaria o “investment grade” das agências internacionais de classificação de risco, quase todo mundo sabia. O que pouca gente sabia é que o objetivo seria alcançado na tarde desta quarta-feira, 30 de abril, poucos dias depois de um aumento das taxas de juros pelo Banco Central – e em meio às preocupações com o desenrolar da crise econômica norte-americana. Apesar da surpresa, economistas, analistas de mercado e até consultores de gestão foram rápidos no gatilho.

Apenas três horas depois de a Standard & Poor’s anunciar que o Brasil havia se tornado um investimento seguro - até mesmo para os grandes fundos institucionais estrangeiros.


Bovespa

A elevação do Brasil ao grau de investimento pela agência de classificação de risco Standard & Poor´s deu todos os argumentos de que o mercado acionário doméstico precisava para, finalmente, romper o recorde de 6 de dezembro passado e posicionar-se em outro patamar. E esse nível foi bem acima de qualquer projeção.

A Bovespa teve a maior alta porcentual desde 17 de outubro de 2002, de 6,33%. Fechou no recorde de pontos de 67.868,5 pontos, substituindo o recorde anterior, de dezembro, aos 66.790,8 pontos. Durante o pregão, também bateu recorde, ao renovar a pontuação máxima histórica, aos 68.038 pontos, quando subia 6,6% (a máxima anterior era de 7 de dezembro, 66.529 pontos). O volume disparou e totalizou R$ 9,708 bilhões.

O ganho acumulado no mês chegou a 11,32%, o mais elevado em 2007 e 2008, segundo os dados do site da Bovespa. Em 2008, a Bovespa acumula elevação de 6,23%.

A decisão da S&P acabou ofuscando a reunião do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para tomar sua decisão de política monetária. O Fed cumpriu o que esperava o mercado - cortou a taxa básica de juros americana em 0,25 ponto porcentual, para 2% ao ano, promoveu a mesma redução na taxa de redesconto (crédito emergencial, para 2,25% ao ano) e deu sinais de que o processo de afrouxamento monetário será interrompido. As bolsas reagiram imediatamente ao anúncio com relativa indiferença. Mas as bolsas americanas acabaram invertendo o rumo depois que os investidores fizeram a releitura do comunicado.

Assim, o Dow Jones encerrou a sessão em baixa de 0,09%, aos 12.820,1 pontos. O S&P recuou 0,38% e o Nasdaq encerrou com queda de 0,55%. Antes da releitura, os balanços e indicadores divulgados nesta quarta-feira (30) deram fôlego para uma alta firme. O mercado gostou dos números da consultoria ADP (criação de 10 mil vagas de trabalho no setor privado americano em abril, ante estimativa de -70 mil postos de trabalho) e do PIB (alta de 0,6% no primeiro trimestre, em linha com as estimativas) e balanços como da GM e Procter & Gamble. Mas tudo acabou ficando relegado a segundo plano após o encontro do Fed.

No Brasil, com o grau de investimento, a queda do petróleo (-1,88%, aos US$ 113,46 o barril) e dos metais não se refletiram nas ações da Vale e da Petrobras, que foram alvos preferenciais após elevação do rating. Após o fechamento do mercado, a Petrobras anunciou reajuste dos combustíveis, de 10% para a gasolina e 15% para o diesel, aumento que só repercutirá nas ações na sexta-feira (02), quando o mercado doméstico volta a trabalhar após o feriado do Dia do Trabalho. Petrobras PN subiu hoje 3,18%, Petrobras ON ganhou 1,73%, Vale PNA avançou 5,06% e Vale ON subiu 5,36%.



sábado, 26 de abril de 2008

Oi anuncia compra da Brasil Telecom

A novela da compra da Brasil Telecom pela Oi teve um avanço fundamental nesta sexta-feira (25/4). A Oi finalmente anunciou, em fato relevante, a assinatura do contrato de compra da concorrente. A Oi pagará 5,863 bilhões de reais para assumir o controle da operadora. O valor ficou acima das expectativas. Nas últimas semanas, o mercado cogitava que a venda seria fechada por um total de 4,9 bilhões.

Com a transação, a Oi assumirá o controle indireto da operadora. Isto porque a companhia vai comprar as ações da Brasil Telecom Participações (BrT Part), holding que detém 99,09% do capital votante da operadora, e 65,64% do capital total. A BrT Part, atualmente, é controlada pela Invitel, empresa que reúne os investimentos dos fundos de pensão, Citigroup e do Opportunity na Brasil Telecom. A Oi pagará à Invitel 4,982 bilhões de reais pelas ações da BrT. Outros 881,107 milhões de reais serão desembolsados por ações de outros investidores que também pretendem sair da operadora.

O acordo assinado hoje é um passo importante, mas ainda enfrenta limitações práticas. A legislação brasileira impede, atualmente, que empresas que já atuam em uma das três áreas de concessão de telefonia fixa passem a operar em outra. Essa restrição já barrou aquisições anteriores, como a compra da gaúcha CRT pela Telefônica. Para mudar a lei, é necessário um decreto presidencial. Antes, porém, é preciso um longo processo, que começa com a revisão do Plano Geral de Outorgas (PGO) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Na semana passada, o conselheiro Pedro Jaime Ziller, da Anatel, foi indicado pela agência para relatar a proposta de mudança do PGO. Desde 13 de fevereiro, o órgão analisa eventuais mudanças na legislação, a pedido do Ministério das Comunicações.

Intermediário

Para contornar a restrição legal, a Oi ainda não assumirá o controle da BrT Part. Na prática, as ações da holding que controla da Brasil Telecom foram compradas pelo banco de investimentos Credit Suisse, assessor da Oi na transação. A instituição deterá os papéis em seu próprio nome, até que a legislação mude e a Oi possa assumir, de fato, a concorrente. Pelo acordo, uma vez aprovado o novo marco regulatório do setor, o Credit Suisse transferirá as ações da BrT Part para a Oi.

O contrato estabelece um prazo de 240 dias, a partir desta sexta-feira (25/4), para que a legislação seja alterada e o negócio, concluído. Na ocorrência de certos eventos, o prazo pode ser estendido para 365 dias. Além da nova lei, a operação também precisa ser aprovada pela Anatel. Caso o acordo não seja concluído, a Oi terá de pagar uma multa por rescisão contratual de 490,149 milhões de reais. A liquidação do negócio (pagamento dos valores combinados) deverá ocorrer em até dez dias úteis após a aprovação, pela Anatel, da transferência de controle da BrT Part para a Oi.

Disputas jurídicas

Tão importante para o sucesso do negócio quanto a alteração da lei, é a solução das disputas judiciais envolvendo os sócios da Brasil Telecom. A briga colocou o Citigroup e os fundos de pensão contra o Opportunity. O banco de Daniel Dantas foi afastado da gestão da operadora em 2005. Desde então, o Citi e os fundos instalaram processos na Comissão de Valores Mobiliários e na Justiça para cobrar indenizações do Opportunity por supostos desvios administrativos. A indenização alcançaria 500 milhões de reais. O caso transformou-se numa batalha jurídica com ações espalhadas por vários países.

O fim desses litígios era uma das condições para a fusão da empresa com a Oi. Em paralelo à assinatura do contrato de compra e venda, a Brasil Telecom divulgou um fato relevante anunciando o fim da briga. Para pacificar as partes, a Oi, como parte interessada, concordou em pagar 175,730 milhões de reais à Brasil Telecom. A quantia será dividida em duas parcelas. A primeira, de 80,814 milhões, será paga imediatamente. Os demais 94,916 milhões serão pagos depois que os termos do acordo forem aprovados pelas assembléias extraordinárias de acionistas da BrT Part e da Brasil Telecom S.A - a empresa operacional do grupo. Os 94,916 milhões serão distribuídos entre a operadora (89,017 milhões de reais) e a BrT Part (5,845 milhões).

Segundo o fato relevante, a Oi deverá pagar os valores acordados, mesmo que a compra da BrT não seja consumada.

Supertele nacional

A fusão da Oi com a Brasil Telecom era um dos negócios mais esperados do setor de telecomunicações do país. O negócio é visto com simpatia pelo governo federal, que acalenta há tempos a criação de uma operadora de capital nacional capaz de enfrentar as gigantes do setor, hoje dominado pelos espanhóis da Telefônica e pelos mexicanos da America Movil.

Segundo alguns analistas, a supertele nasceria como a quarta maior operadora de telefonia celular do país, com 20,26 milhões de clientes. Em telefonia fixa, serão 24,60 milhões de linhas ativas. A receita líquida conjunta, baseada nos números do quarto trimestre de 2007, alcançaria 28,6 bilhões de reais e o ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), seria superior a 10 bilhões de reais.

Para alguns especialistas, a BrOi, como vem sendo chamada informalmente, também teria uma forte vocação para se internacionalizar, disputando mercados na América do Sul.

Fonte: EXAME

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Duratex PN - DURA4

Controlada pela Itaúsa - Investimentos Itaú S/A, atua nos setores de construção civil (acabamentos) e moveleiro (madeira reconstituída e aglomerados). Pertence ao Nivel 1 do IGC e ao Ibovespa.

Duratex compra Ideal Standart e avança em louças sanitárias

A fabricante de materiais de construção Duratex, controlada pelo grupo Itaú, comprou a empresa de louças sanitárias Ideal Standard. A Duratex também já fabrica louças e metais sanitários por meio de sua subsidiária Deca, que possui fábricas em São Paulo, Jundiaí (SP) e São Leopoldo (RS). Juntas as duas empresas passam a deter uma participação de 25% no mercado brasileiro.

Segundo comunicado enviado nesta quarta-feira à Bovespa, a Duratex vai assumir as fábricas da Ideal Standard em Jundiaí e Queimados (RJ). As unidades podem produzir até 150 mil peças por mês, elevando a capacidade total de produção de loucas sanitárias da Deca para 5,6 milhões de peças por ano.

A marca Ideal Standard não foi incluída na transação. O valor total dos investimentos na operação alcança 60 milhões de reais, considerando os valores da aquisição, as adequações nas linhas de produção e o capital de giro.

Com o negócio, a Duratex espera aproveitar melhor o boom da construção civil brasileira. “Esta aquisição permitirá à Deca aumentar significativamente suas vantagens competitivas no segmento de materiais de acabamento para a construção civil, num momento extremamente favorável para este setor, onde as perspectivas atuais e futuras são altamente positivas”, afirma a Duratex em nota.


Duratex (DURA4)
R$ 30,66 Hoje -2,16% | Volume R$ Mil 18.440

Fechamento Anterior : R$ 31,34
Volume em 3 Meses : R$ mil 27.814
Oscilação em 12 meses : % -24,17
Máxima em 12 meses : R$ 59,91
Mínima em 12 meses : R$ 29,67
Retorno em Dividendos : % 2,54
P/L : anos 12,65
Valor de Mercado : R$ mil 3.791.145


Fonte: Central do Investidor / Portal Exame


Número de IPOs cai 60% em 2008

A crise do crédito hipotecário de alto risco (subprime) nos Estados Unidos puxou o freio das bolsas de valores de todo o mundo. Um estudo desenvolvido pela consultoria Ernst & Young mostra que somente no primeiro trimestre de 2008 o número de ofertas públicas iniciais (IPOs, em inglês) despencou 60% em comparação ao último trimestre de 2007. Em relação ao mesmo período do ano passado, a queda foi de 38%.

Ao todo, 83 companhias desistiram de suas ofertas públicas e 24 decidiram adiar a operação. Apesar do mercado pouco propício para estréias, 236 empresas mantiveram seus planos e abriram capital entre janeiro e março deste ano. Com as operações, as companhias captaram 102,1 bilhões de dólares, incluindo os 19,6 bilhões levantados pela Visa no maior IPO da história. “O capital levantado pelas empresas Visa Inc., China Railway Construction Corp Ltda e Reliance Power Ltda demonstra que as empresas ainda são capazes de atrair o interesse dos investidores”, diz Paulo Sergio Dortas, sócio da Ernst & Young.

Estados Unidos, China e Índia concentram 82% dos recursos aplicados em novatas em neste ano. No Brasil, nesta sexta-feira (18/4), a empresa de produtos de consumo Hypermarcas lançou suas ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), captando 700 milhões de reais. Os papéis tiveram seu preço inicial fixado em 17 reais, abaixo da faixa esperada pelos coordenadores do IPO, entre 20,50 reais e 24,50 reais, comprovando o receio dos investidores em apostar nas novatas. Já nos primeiros negócios do dia, as ações recuaram, chegando a cair mais de 6% no pior momento do dia. Este foi o segundo IPO na Bovespa no ano e a próxima estréia, da grife Le Lis Blanc, está marcada para o dia 25 de abril.

Para Dortas, apesar da turbulência no mercado acionário, grandes empresas devem obter bons resultados em ofertas públicas iniciais em 2008. O setor de gasodutos, segundo o executivo, é um dos que apresenta forte movimento de abertura de capital neste ano.

Os campeões de IPOs em 2008

País
Número de IPOs
Austrália
30
China
29
Japão
22
Canadá
20
Polônia
17
Índia
16
Fonte: Ernst & Young

Guia do Investidor

terça-feira, 22 de abril de 2008

Marcopolo PN - POMO4



Joint venture entre Marcopolo e Tata Motor dobrará produção de ônibus

A Marcopolo pretende dobrar até 2012 sua produção de ônibus, hoje na casa das 18 mil unidades ao ano. O reforço virá da Índia, a partir da joint venture com a Tata Motors (firmada em 2006) para montagem e comercialização de ônibus rodoviários, urbanos, mini e micro em Lucknow para atender o mercado indiano e também exportar. No segundo semestre deste ano, entra em operação uma segunda unidade fabril no país, em Dharwad, com capacidade de fabricar até 25 mil veículos por ano.


quarta-feira, 16 de abril de 2008

KEPL3- Kepler Weber ON


Empresa focada no setor metal –mecânico, com a posição mundial de destaque no fornecimento de sistemas de armazenagem de grãos e buscando continuamente a vanguarda em todos os seus segmentos de atuação, a Kepler Weber tem como principal objetivo ser a melhor no desenvolvimento de soluções para seus públicos. O Grupo conta, para isso, com tecnologia genuinamente brasileira e um planejamento estratégico focado em seus colaboradores e acionistas, fornecedores, clientes e na comunidade, equilibrando o resultado econômico-financeiro ao desenvolvimento social e à preservação do meio ambiente: é a busca contínua de um crescimento sustentável e da superação de novos desafios.

Com 80 anos de existência, o Grupo Kepler Weber é sinônimo de qualidade, modernidade e excelência na fabricação, comercialização e fornecimento de muitos produtos, tanto para o mercado interno como a exportação dos mesmos (AE)


Alguém acredita que possa começar uma acumulação no papel? Não custa acompanhar o gráfico de vez em quando. Leia matéria abaixo

BNDES cria programa para construção de armazéns

O BNDES lançou nesta segunda-feira (14) o Programa de Incentivo à Armazenagem para Empresas Cerealistas Nacionais, com um orçamento de R$ 300 milhões. O objetivo é apoiar o desenvolvimento e a modernização do setor, além da ampliação da capacidade de armazenamento nacional no segmento que atende diretamente ao produtor rural. O novo programa, cujo prazo de vigência é até 31 de dezembro deste ano, será destinado às empresas com faturamento bruto anual inferior a R$ 500 milhões e que exerçam cumulativamente as atividades de secar, limpar, padronizar, armazenar e comercializar produtos “in natura” de origem vegetal.

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Comida para quem precisa...

Refeições: o desafio de driblar a inflação dos alimentos

Não é somente a crise financeira nos Estados Unidos que preocupa os dirigentes do Fundo Monetário Internacional (FMI). Aos poucos, um outro tema começa a ganhar espaço na agenda de debates do fundo: o aumento nos preços dos alimentos. Pelos cálculos do FMI, os preços dos produtos agrícolas subiram, em média, 48% desde o final de 2006. Só o arroz, por exemplo, registrou alta de 75% em apenas dois meses. Pois essa “inflação alimentícia” impõe um novo desafio para a indústria de alimentos, especialmente para a Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas (Aberc). Ao lidar com contratos de longo prazo, que podem durar até um ano, as companhias ficam vulneráveis a perder margens de rentabilidade. “Como o setor atua com contratos longos, ocorrem discrepâncias de custos, pois os preços dos principais insumos sofrem variações em função da sazonalidade de produção, problemas de clima e abastecimento”, enumera Rogério da Costa Oliveira, vice-presidente da Aberc.

Para não evitar que os lucros do setor encolham, a Aberc busca ampliar o número de clientes. “O aquecimento da economia no país tende a gerar mais empregos. Isso amplia nossa expectativa em relação ao aumento da demanda para a terceirização do serviço de refeições coletivas”, projeta Oliveira. A indústria de refeições coletivas confia na ampliação de algumas cadeias produtivas, como a automotiva. Somente no ano passado, a indústria automobilística teve um aumento médio de 27,8% nas vendas diárias em comparação com 2006. De acordo com os dados da Aberc, o setor tem um potencial de 24 milhões de refeições por dia somente em empresas brasileiras – hoje, este número chega a 8,3 milhões por dia.

Outro desafio da Associação é vender mais para os mesmos clientes. Oliveira explica que, por ser um segmento de lucratividade estreita, os empresários da área necessitam desenvolver constantemente novos mercados. Isso ajuda a ofertar novos produtos e serviços para aqueles clientes já conquistados. Entre os fatores de diferenciação buscados pelo segmento está a maior profissionalização. A Aberc pretende fechar parcerias com escolas técnicas e faculdades para formar novos profissionais. Outro passo é valorizar a marca das associadas por meio da personalização de atendimento junto ao consumidor final – hábito ainda incomum na indústria de refeições coletivas. O segmento deve faturar cerca de R$ 9,5 bilhões neste ano, 12% a mais do que em 2007. (Débora Pisigodinski)

domingo, 13 de abril de 2008

Depois da BrOI, da TELB, qual será a próxima jogada da ANATEL?

Será que vão ressuscitar a Embratel?


FATO RELEVANTE

Telmex Internacional, S.A.B. de C.V. (“TELMEX”), na qualidade de acionista controladora da Embratel Participações S.A. (“EMBRAPAR”) e sucessora da Teléfonos de México, S.A.B. de C.V., e sua controlada Telmex Solutions Telecomunicações Ltda. (“Ofertante”), na qualidade de ofertante da oferta pública voluntária com procedimento diferenciado para aquisição da totalidade das ações ordinárias e preferenciais de emissão da EMBRAPAR, lançada concomitantemente no Brasil e nos Estados Unidos em 3 de outubro de 2006 (“OPA Voluntária”), comunicam ao público e aos acionistas da EMBRAPAR, nos termos do item 3.1.1 do Edital da OPA Voluntária, que na presente data a EMBRAPAR foi formalmente informada da decisão final do Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL, manifestada em reunião realizada em 4 de março de 2008, no sentido de que a EMBRAPAR deve continuar como companhia aberta, não anuindo ao cancelamento do registro de companhia aberta da EMBRAPAR junto à Comissão de Valores Mobiliários – CVM.

Rio de Janeiro, 10 de abril de 2008

terça-feira, 8 de abril de 2008

VALE PNA


VALE5, na LTB do triângulo simétrico, com GAP ainda aberto logo abaixo de 48 e apresentando divergência no estocástico lento, que não acompanhou o último topo mais alto em 53,10. Mistura mais que explosiva e todo cuidado para não ser surpreendido por uma reversão pode ser pouco.


segunda-feira, 7 de abril de 2008

Vivo4


Vivo assume controle da Telemig por 429 milhões de euros

A Telefonica S.A. confirmou, na sexta, que sua unidade brasileira Vivo Participações (VIV) completou a compra da participação majoritária na Telemig Celular Participações (TMB) por 429 milhões de euros, e planeja lançar uma oferta mandatória para o restante das ações da operadora brasileira de telefonia móvel. A Telefonica disse que a Vivo, controlada pela Telefonica e pela Portugal Telecom S.A. por meio da Brasilcel N.V., pagará aos acionistas minoritários 80% dos preços por ação acertados com os controladores da Telemig. (AE)

sábado, 5 de abril de 2008

Believe and Trust

The Impact of Blog Recommendations on Security Prices and Trading Volumes


VELJKO FOTAK
Micheal F. Price College of Business




Abstract:
Previous research and recent statements by the Securities and Exchange Commission indicate that e-mail spam and message board posts are often used to manipulate markets in a variation of the classical pump-and-dump scheme, leading to temporary market reactions followed by price reversals. In contrast, I hypothesize that financial blogs spread genuine information leading to permanent market adjustments.

I investigate stock recommendations on blogs and find that bloggers tend to write about liquid securities issued by large firms; I also find that bloggers offer short advice consistent with momentum strategies but long advice consistent with contrarian strategies.

To test the hypothesis that stock recommendations on blogs impact both prices and trading volumes of the touted securities, I collect recommendations from blogs and analyze returns and trading volumes on the days surrounding publication; I offer evidence to support my hypothesis and I find some evidence of market reaction being stronger for short recommendations. I hypothesize and test that the magnitude of the market reaction depends on the market capitalization of the touted firm, on the size of the blog's audience, on the depth of the analysis of the blog post and on the perceived skill of the blog's author. I find that the market appears to react more strongly to recommendations given by holders of a graduate degree in Finance or Economics; the other hypothesized factors do not have an impact on the magnitude of the reaction. Finally, I document the absence of price reversals in the twenty days following blog publication, giving support to the hypothesis that blogs offer genuine information.

Fonte: Social Science Research Network; 2007

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Novidades no setor bancário























Fato Relevante

São Paulo, 4 de Abril de 2008 - O Banco Cruzeiro do Sul S.A., instituição financeira de capital aberto, comunica ao mercado que, nesta data, o Conselho de Administração aprovou a celebração com o Banco UBS Pactual S.A., de contratos de troca de resultados de fluxos financeiros futuros (swaps) equivalentes, de um lado, (i) à variação do preço das ações preferenciais de emissão da Companhia (CZRS4), e, de outro lado, (ii) à variação do CDI ajustado pelo spread pré-determinado.

A data inicial de cada contrato será determinada pelo UBS Pactual, no prazo máximo da autorização do Conselho de Administração, que é de 60 (sessenta) dias, podendo ser renovada, e respeitado, em qualquer caso, um volume total, no conjunto de contratos, de R$ 50.000.000,00 (cinqüenta milhões de reais), e o prazo máximo de cada contrato, de 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias.

Os contratos estabelecerão ainda: (a) que o UBS Pactual participará de um determinado percentual de valorização das ações, que superar o fluxo indicado no item (ii) acima, e (b) que o resultado dos contratos, ao final de seu prazo, serão liquidados financeiramente.

Tal operação mantém o percentual de ações da Companhia em circulação existente, não acarreta desembolso de caixa imediato e vem demonstrar a confiança da administração da Companhia no potencial de apreciação das ações preferenciais do Banco Cruzeiro do Sul S.A.



terça-feira, 1 de abril de 2008

Gerdau estaria negociando siderúrgica na França










O grupo Gerdau e sua filial Sidenor, localizada na Espanha, estariam estudando apresentar sua candidatura à compra da usina que a siderúrgica Arcelor-Mittal tem em Grandrange, no nordeste da França. O Ministério da Economia francês confirmou à agências internacionais nesta segunda-feira (31) que sua titular, Christine Lagarde, recebeu na sexta-feira passada Paulo Fernando Bins de Vasconcellos, vice-presidente da Gerdau.